quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024

Contagem regressiva

Contagem regressiva


Contagem regressiva até a data selecionada:

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domingo, 8 de março de 2020

Conjunto de corte para roçadeiras

A STIHL dispõe de uma vasta linha de ferramentas de corte para roçadeiras, cada uma indicada para um tipo de vegetação. Confira abaixo os modelos – você encontrará o acessório perfeito para sua necessidade.

Conjunto de corte SuperCut: com dois fios, para trabalhos de corte e limpeza o fio de corte é mantido automaticamente no comprimento certo. 

Conjunto de corte AutoCut: para trabalhos de corte, limpeza e acabamentos em grandes superfícies. O fio de corte é reajustado automaticamente depois de ser tocado no chão com a cabeça de corte.

 Conjunto de corte TrimCut: para trabalhos de corte e limpeza junto a muros, calçadas, postes e canteiros. O fio de corte é reajustado manualmente.

 Conjunto de corte PolyCut: uma ferramenta de corte universal para trabalhos de limpeza em grandes superfícies. Pode ser equipada com três facas plásticas móveis ou com um fio de corte.

 Lâmina de três pontas: fabricada em aço especial temperado. Indicada para roçar mata dura e emaranhada, vegetação silvestre e moitas.

 Lâmina de duas e quatro pontas: fabricada em aço, com duas ou quatro pontas. Para trabalhos em grandes superfícies de grama dura, capim e de relva.

 Lâmina de oito pontas: fabricada em aço, com oito pontas, para trabalhos de corte de relva forte e seca ou para cortar urtigas e canas.

 Lâmina de duas pontas em aço de blindagem: oferece excelente durabilidade e resistência, proporcionando mais segurança durante o trabalho. Indicada para o corte de grama, relva e arbustos de até 2 centímetros de altura.

 Lâmina de trituração: recomendada para cortar e triturar simultaneamente vegetações densas e entrelaçadas. Possui alta resistência ao desgaste e excelente desempenho para trabalhos profissionais de jardinagem.

 Serra circular standart: fabricada em aço, com dentes pontiagudos e boa capacidade de corte para arbustos lenhosos e troncos de pequeno diâmetro.

 Serra circular especial: ferramenta especial de aço, com tendência reduzida de rebote, para corte preciso de arbustos lenhosos de pequeno porte. 

Para cada necessidade, um conjunto de corte 

·         Corte, limpeza e acabamentos próximos a obstáculos: SuperCut, AutoCut ou TrimCut.

·         Grama e capim: SuperCut, AutoCut ou PolyCut.

·         Capim e relva: PolyCut, lâmina de duas e quatro pontas, lâmina de oito pontas ou lâmina de duas pontas em aço de blindagem.

·         Vegetação silvestre e arbustos: lâmina de oito pontas, lâmina de três pontas, serra circular standart ou serra circular especial.

·         Arbustos, troncos lenhosos e árvores de pequeno porte: serra circular standart, serra circular especial ou lâmina de trituração.

 Importante: lembre-se de verificar a compatibilidade com o respectivo modelo de roçadeira.

Fonte. https://blog.stihl.com.br/produtos-stihl/2019/10/conjunto-de-corte-para-rocadeiras-2/

domingo, 9 de junho de 2019

Super fosfato

O SUPER FOSFATO SIMPLES, também conhecido como apenas Super Simples (SS), é um adubo mineral granulado para aplicação no solo, rico em fósforo, contendo também enxofre e cálcio.

Influi positivamente na robustez das plantas, no enraizamento e na resistência à doenças, além de ser nutriente responsável pela reação que promove a respiração e a fotossíntese, fundamental para aquisição de energia pelas plantas. É ainda parte do ácido desoxirribonucleico (DNA), responsável pela transmissão de caractéres hereditários, auxiliando também na flocação, frutificação e desenvolvimento do sistema radicular dos vegetais.

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Tyladen para aves

No peito , na parte com mais carne, 0,5 ml adultos  , 0,2 ml franguinhos....aves bem  maiores até 1 ml .... use seringa de insulina, agulha mais fina , machuca menos a ave e vc pode por a agulha toda visto que é menor que as demais... incline ela a 45° sentido peito à cabeça e aplique devagar para o líquido ir penetrando suave e não aver riscos de retornar ... não precisa usar uma nova seringa cada vez na mesma ave....pode usar a mesma, desde dê quê vc a desinfete lavando bem secando  e aplicando álcool gel na mesma até a próxima aplicação na mesma ave ...mas o melhor com certeza é  vacina.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Alho para combater gafanhotos

Gafanhotos odeiam o cheiro e o gosto de alho, portanto uma mistura com óleo de alho é uma boa alternativa caseira para o controle desses insetos. Corte finamente seis dentes de alho frescos e adicione uma colher de óleo mineral.
Para resultados mais potentes, coloque a mistura num recipiente de vidro e deixe descansar por 24 horas. Use um filtro ou um pedaço de gaze para coar o líquido, descartando os pedaços de alho depois.
Misture duas colheres de sopa desse óleo em um litro de água e uma colher de chá de detergente líquido. Pulverize suas plantas cuidadosamente com sua mistura caseira, cobrindo a parte superior e inferior das folhas da planta.

domingo, 3 de setembro de 2017

Fases da Lua

 Lua minguante:
Nesta fase é pouca a influência da lua sobre a terra. É provável que esta força seja insignificante. A energia ou força contida na terra tende a descer. Daí pensam no que os mais velhos dizem “nesta fase da lua as coisas que crescem da terra para fora minguam, e as coisas que crescem de fora para dentro vigora (raízes)”. Isto porque a planta ao germinar, primeira força o enraizamento, demora mais a nascer, retarda um pouco o crescimento, porte menor, raízes mais desenvolvidas. Quanto à seiva, a planta absorve menos quantidade de seiva no caule, nas folhas e nos ramos. Fase boa para tirar bambus, madeiras para construção e cabos para ferramentas, etc.
 Lua nova:
Nesta fase, ela começa exercer influência sobre a Terra, a seiva (sangue da planta) manifesta-se em maior quantidade no caule, em direção aos ramos. Planta-se mais para o aproveitamento de folhas; exceto as verduras folhosas que aglomeram as folhas (o mesmo que formar cabeça).
A3. Lua crescente:
Fase em que a lua exerce influência muito boa sobre as plantas, nessa fase a seiva está presente em maior quantidade no caule, nos ramos e nas folhas.
 Lua Cheia:
Fase em que a influência sobre a terra chega ao ponto máximo, mas só nos primeiros dias, porque depois de sofrer efeito da minguante. É ótima para o plantio de flores. É importante frisar que nesta fase a seiva se concentra na copa da planta (ramos e folhas).
Obs: Em todas as fases sempre é bom você pegar o auge da lua (dois ou três dias após ter começado a fase); com exceção da minguante, que você poderá pegar a partir do quinto dia da cheia, isto porque está minguando, mas não descartando a possibilidade dela exercer pequena influência sobre a planta.
Ex.: A batata-doce e a mandioca têm duas opções para o plantio:
1. Plantar na minguante as ramas da batata ou as manivas da mandioca no mesmo dia que forem colhidas.
2. Colher a ramas ou as manivas um ou dois dias antes da nova, deixar murchar a sombra e plantar a partir do segundo dia da nova.
Quando colocamos as ramas ou as manivas para murchar, elas perdem reservas (seivas) e ao plantar na lua nova elas tendem a forçar tanto o broto quanto a raiz (lei de sobrevivência).


Obs.: Tudo que crescer debaixo da terra (cenoura, batata, cebolas, etc.) deve ser plantado na lua minguante; tudo que frutifica acima da terra (milho, feijão, frutas, etc.) planta-se na lua crescente.

sábado, 5 de agosto de 2017

contra pulgao

uma colher de sopa de detergente, duas de farinha para 1 litro de agua, colocar o detergente e a farinha depois acrescente a agua ate a metade do recipiente,agitar e completar com agua. nunca entupiu

domingo, 7 de maio de 2017

Acabar com fungo do tomateiro

Para controlar o fungo do tomateiro deve se colocar alhumas colheres de leite desnatado ao redor do pé de tomate ou pulverizar colocando três colheres pequenas de leite em pó em um litro de água.

domingo, 30 de abril de 2017

Adubar a terra

Para adubar a terra aconselho a usar 4 porções de terra para cada 1 porção de esterco curtido!

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Esterco

Encontram-se nessa categoria os estercos provenientes de bovinos, equinos,caprinos, suínos, ovinos, coelhos e aves. A composição química varia com a idade raça e alimentação. Animais que recebem ração, geralmente produzem estercos mais ricos. Espera-se que o esterco proveniente de bovinos de leite, origine um composto de melhor qualidade do que o de bovino de corte, devido a alimentação que receba. Por essas razões deve-se procurar obter o esterco sempre do mesmo fornecedor.

     Embora-se as minhocas se alimentam de resíduos diversos, os estercos tem sido considerados a principal fonte. São materiais ricos em nitrogênio, por isso são utilizados para baixar a realação C/N e acelerar o processo de decomposição. Pode ser utilizado estreco puro ou misturado aos resíduos vegetais, na proporção de duas partes de estercos para uma de resíduo vegetal. Quanto menor a relação C/N dos resíduos, maior necessidade de estercos.

     O esterco de galinha deve-se ser utilizado com prudência, uma vez que aquece com facilidade e rapidez quando empregado em grandes quantidades.

     Nunca deve-se lavar o esterco no intuito de retirar o exesso de urina. Com esse procedimento grande quantidade de dos elementos minerais são perdidos, empobrecendo o substrato que dará origem ao vermicomposto.
Fonte: Embrapa

Preparar a terra

Meio quilo de Húmus por metro quadrado
5 litros de​ areia por metro quadrado
200 gramas de calcario

terça-feira, 4 de abril de 2017

Preparar um canteiro

Para um canteiro de dois metros por um de largura coloque um quilo de esterco de codorna se for de galinha coloque dois quilos e mecha a terra depois coloque quatrocentas gramas de adubo químico e polvilhe antes de tudo isso calcário para tirar a acidez, daí é só plantar o que quiser é recomendado que aguarde uns 20 dias.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Nutrientes e dicas importantes para sua horta


•Os solos arenosos e aqueles que se regam muito necessitam mais Potássio.

•Para a brotação e o crescimento, as plantas necessitam mais água e mais Nitrogênio (N).

•Adube bem as plantas com fertilizante rico em nitrogênio antes da brotação.

•Assim que as plantas comecem a desenvolver-se com maior vigor (primavera), comece a

fertilizá-las.

•As plantas, durante o crescimento, necessitam de mais água e mais "alimento".

Plantas em floração não crescem e portanto deve-se reduzir a adubação durante essa fase.

•A floração deve ser estimulada com adubos ricos em Potássio (K) e Fósforo (P)

•As plantas com flores, árvores frutíferas e ornamentais necessitam adubos ricos em

Potássio (K) e Fósforo (P)

•O Nitrogênio se locomove pela planta, assim quando uma folha estiver amarelando, pode

ser que o nitrogênio desta folha esteja migrando à outra parte da planta, portanto deixe-a cair

naturalmente, não a corte.

Fonte: Click Jardim e oficina de jardim

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

O Que Cultivar na Horta Mês a Mês

O mês de janeiro é um dos mais quentes no hemisfério sul e para enfrentar esse período é necessário escolher plantas que resistam bem as altas temperaturas. A nossa dica é semear beldroegas, repolho, espinafres, agrião, couves-de-bruxelas, nabos, alface, rabanetes, cenoura, feijão de trepar/anão e salsa.

No mês de fevereiro a dica é cultivar couves diversas, espinafres, rabanetes, agrião, feijão (em estufa), beterraba, chicória, repolho (na terra), espinafres, alface, ervilhas, salsa e feijão.

No mês de março as melhores dicas para o cultivo são feijão, cebola, repolho, coentros, agrião, chicória, alface, salsa, favas, ervilhas, aipo, couves diversas, nabos, alho, rabanetes, morangos e cenoura.

No mês de abril a dica é apostar no cultivo de morangos, beterraba, ervilhas, espargos, agrião, alface, cenoura, couves diversas, coentros, lentilhas, rabanetes (na terra), espinafres, cebola, alho, couves, favas e nabos.

No mês de maio o mais interessante para semear é aveia, cebola, tremoços, alho, couves diversas, favas, trigo, alface, centeio, batata, morangos e cevada.

No mês de junho a dica é investir no plantio de macieiras e pereiras.

No mês  de julho já tem alguns contornos do friozinho que nos aguarda no inverno e por isso mesmo é importante semear na sua horta vegetais que resistam bem as temperaturas mais amenas. A dica é semear alface, ervilhas, alhos, favas, repolhos e rabanetes.

No mês de agosto costuma ser bem gelado no sul do Brasil e de temperaturas mais baixas no restante do país. Nesse momento do ano a melhor dica para plantar na sua horta é alcachofras, aipo branco, couves diversas, cebola, pimentos, morangueiros, espargos, melancia, tomate (na terra), melão e pepino em vaso.
Setembro No Hemisfério Sul

Um mês bem frio e que pode ser o melhor momento para cultivar em sua horta beterraba, abóbora, lentilhas, espinafres, cenoura, beterraba, nabos, salsa, pepino, feijão de trepar, rabanetes, couves, melão, alface, tomate, melancia dentre outros.

No mês de outubro as vezes gelado, mas no qual as temperaturas mais altas começam a ensaiar aparecer. Nesse momento de transição entre as temperaturas mais baixas para as mais altas a dica é semear em sua horta coentros, acelgas, cebola, brócolos, alface, pepino, tomilho, (na terra), couves diversas, pimentos, abóbora, cominhos, tomate (em viveiro), cenoura, agrião, favas, melancia, batatas, feijão, nabos, salsa, rabanetes, beterraba, melão e chicória.

No mês de novembro é mais quente e no qual você deve apostar no cultivo de melão, beterraba, couves, cenoura, nabos, rabanetes, feijão, alface, pepino, abóbora, pimentos, espinafres, brócolos, melancia e agrião.

No mês de dezembro o sol quente do verão começa a dar as caras e a sua horta vai se dar melhor com o cultivo de melão, agrião, rabanetes, pimentos, brócolos, couves, abóbora, repolho, beterraba, melancia, alface, espinafres, nabos, cenoura, pepino e feijão.

Observação: Essas dicas foram feitas pensando no hemisfério sul, pois se embasam no clima de cada estação. Sendo assim quando estamos passando pelo verão por aqui o hemisfério norte enfrenta o inverno e vice-versa.
Fonte: http://flores.culturamix.com/dicas/o-que-se-deve-plantar-na-horta-a-cada-mes

Influência da Lua na Agricultura

Descubra que além do sol existe outro astro que exerce influência sobre o planeta terra? Esse astro é a lua. Ela recebe a luz do sol e reflete sobre a terra emitindo energia, força de gravidade, a qual atua sobre as plantas animais, água e terra.]
Em cada uma de suas fases a lua tem diferentes níveis de influência para determinado conjunto de plantas, cada fase da lua tem sete dias, e essas estão divididas em quatro fases: minguante, nova, crescente e cheia.

Lua minguante

Nesta fase é pouca a influência da lua sobre a terra. É provável que esta força seja insignificante.A energia ou força contida na terra tende a descer. Daí pensam no que os mais velhos dizem “nesta fase da lua as coisas que crescem da terra para fora minguam, e as coisas que crescem de fora para dentro vigora (raízes)”.

Na prática observando o comportamento das hortaliças, concluiu-se que nessa fase plantam-se raízes; rabanetes, beterraba, cenoura, inhame, batata, cebola de cabeça (bulbos) e outras. Isto porque a planta ao germinar, primeira força o enraizamento, demora mais a nascer, retarda um pouco o crescimento, porte menor, raízes mais desenvolvidas.

Quanto à seiva, a planta absorve menos quantidade de seiva no caule, nas folhas e nos ramos. Fase boa para tirar bambus, madeiras para construção e cabos para ferramentas, etc.

OBS: A durabilidade é maior, resiste mais ao ataque de pragas. Bom para fazer desbrota (porque a planta está menos concentrada de seiva, cicatriza mais rápidos os ferimentos e dificulta a penetração de parasitas). Faz-se a poda caso queira retardar a brotação (lembrando que podas repetitivas nessa fase da lua podem levar a planta ao enfraquecimento, e até mesmo interromper o seu ciclo de vida).

O que acontecerá se plantarmos raízes na lua forte? No caso das hortaliças, a planta vegeta muito chegando algumas a não produzirem raízes.

OBS: Em todas as fases sempre é bom você pegar o auge da lua (dois ou três dias após ter começado a fase); com exceção da minguante, que você poderá pegar a partir do quinto dia da cheia, isto porque está minguando, mas não descartando a possibilidade dela exercer pequena influência sobre a planta.

A batata – doce e a mandioca têm duas opções para o plantio:

1. Plantar na minguante as ramas da batata ou a maniva da mandioca no mesmo dia que forem colhidas.

2. Colher a ramas ou as manivas dois ou um dia antes da nova, deixar murchar a sombra e plantar a partir do segundo dia da nova.

Quando colocamos as ramas ou as manivas para murchar, elas perdem reservas (seivas) e ao plantar na lua nova elas tendem a forçar tanto o broto quanto a raiz (lei de sobrevivência).

Lua Nova

Nesta fase, ela começa exercer influência sobre a Terra, a seiva (sangue da planta) manifesta-se em maior quantidade no caule, em direção aos ramos. Nesta fase, planta-se mais couve - comum, almeirão, cebolinha, espinafre, plantas medicinais e outras.

OBS: Planta-se mais para o aproveitamento de folhas; exceto as verduras folhosas que aglomeram as folhas (o mesmo que formar cabeça) repolho, chicória, alface, couve –chinesa e outras.

Bom também para o plantio de árvores cujo objetivo é produção de madeira.

Lua crescente

Fase em que a lua exerce influência muito boa sobre as plantas, nessa fase a seiva está presente em maior quantidade no caule, nos ramos e nas folhas.

Fase boa para plantar tomate, pimentão, jiló, quiabo, berinjela, feijão – vagem, pepino, abóbora, milho, arroz, feijão e outras, sejam frutíferas, legumes ou cereais.

Bom para se fazer enxerto, poda (para brotação rápida).

OBS: O tomate plantado nesta fase lunar produz mais, as pencas ficam mais próximas, com mais frutos; já na minguante, produz pouco; na lua nova, alonga-se a haste e as pencas distanciam mais uma das outras; na cheia, vegeta mais, menos frutos por penca com maior probabilidade de ataque de pragas.

Lua Cheia

Fase em que a influência sobre a terra chega ao ponto máximo, mas só nos primeiros dias, porque depois de sofrer efeito da minguante. No início desta fase planta-se: repolho, couve-flor, alface e outras. Além das hortaliças esta fase é ótima para o plantio de flores.

É importante frisar que nesta fase a seiva se concentra na copa da planta (ramos e folhas).

Você Sabia

« Para seguir a fase lunar deve partir desde o semeio ou plantio porque são nos primeiros dias de vida da planta que a Lua exerce maior influência.

« Para colher frutos, a melhor fase é a lua cheia. Os frutos estão mais suculentos devido a maior quantidade de seiva encontrada nos frutos. Já para as raízes e vagens, na minguante pois,,,,, a planta encontra-se com menos seiva facilitando o cozimento, segundo afirma a engenheira agrônoma e pesquisadora Ana Primavesi – Edição Guia Rural Abril.

« Para colher milho, arroz, abóbora e outros para armazenamento, são melhor colher na minguante porque resiste mais ao ataque de caruncho, gorgulho, etc.

« Melhores fases para plantar banana: na nova e crescente. Na minguante, leva muito tempo para produzir e produzir cachos pequenos.

« Alguns agricultores plantam feijão , milho, ou mesmo frutíferas na minguante para evitar ataque de brocas, lagartas, etc. Muitos usam este método mesmo sabendo de uma possível queda de produção.

« Se fizermos semeio de uma determinada cultura em uma fase lunar, o plantio deverá obedecer a mesma fase. Caso contrário, sofrerá influência das duas fases. Tendo a fase inicial como dominante.

O plantio por estaca deve ser efetuado na lua nova cujo objetivo é a produção de caule e folha, já para produção de frutas, o mais indicado é na lua crescente. Seguindo os mesmos requisitos do item anterior.
Fonte: http://www.agrisustentavel.com/discussoes/lua.htm

Fonte das imagens: http://www.jardimdomundo.com/plantar-pelas-fases-da-lua/

domingo, 11 de dezembro de 2016

Macronutrientes


Nitrogênio (N):

Tem ação na parte verde da planta, as folhas. É um dos principais componentes das proteínas vegetais, sem ele as plantas não podem realizar a fotossíntese nem a respiração. Atua no crescimento e nas brotações da planta. Sem nitrogênio, a planta não cresce normalmente, se torna pequena e com um menor número de folhas.

Como perceber se está faltando: A presença de folhas amareladas é um bom indício de falta de nitrogênio.

Onde encontrar:
Químicos: Ureia, Sulfato de Amônio, Salitre do Chile e adubos compostos com grande percentual de N, como NPK 20.05.20.
Orgânicos: Esterco bovino e de aves, húmus de minhoca e farinha de peixe.

Fósforo (P):

Atuando principalmente na floração e na maturação e formação de frutos, no crescimento das raízes e na multiplicação das células, o fósforo é essencial às plantas e deve estar presente em uma forma inorgânica simples para que possa ser assimilado.

Como perceber se está faltando: Atraso no florescimento, flores quebradiças e pequeno número de frutos e de sementes.

Onde Encontrar:

Químicos: Superfosfatos, Termofosfatos e adubos compostos com alto percentual de P, como NPK 04.14.08.
Orgânicos: Farinha de ossos e Farinha de peixe.

Potássio (K):

Essencial para o crescimento e responsável pelo equilíbrio de água nas plantas. Atua no tamanho e na qualidade dos frutos e na resistência a doenças e falta de água.

Como perceber se está faltando: Crescimento lento, raízes pouco desenvolvidas, caules fracos e muito flexíveis e formação de sementes e frutos pouco desenvolvidos.

Onde Encontrar:

Químicos: Cloreto de Potássio, Sulfato de Potássio e em adubos compostos com alto percentual de K, como NPK 20.05.20.
Orgânicos: Cinza de madeira e esterco bovino.

Micronutrientes Principais

Cálcio (Ca):

Principal componente da parede celular, é importante para a formação de novas células, desenvolvimento de frutos, raízes e caules.

Como perceber se está faltando: Frutos deformados e manchados, pontas murchas e retorcidas nas folhas mais novas, raízes fracas e mal formadas.

Onde Encontrar:

Químico: Calcáreo dolomítico.
Orgânicos: Farinha de ossos, cinza de madeira.

Magnésio (Mg):

Principal componente da molécula de clorofila, o magnésio é fundamental para a fotossíntese.

Como perceber se está faltando: As folhas mais velhas ficam sem coloração, apesar das nervuras permanecerem verdes.

Onde Encontrar:

Químico: Calcáreo dolomítico
Orgânicos: Cinza de madeira e húmus de minhoca.

Enxofre (S):

Participa ativamente da fotossíntese.

Como perceber se está faltando: Na sua falta, as folhas não se desenvolvem bem e caem com facilidade, vão perdendo a cor verde e ficando com uma tonalidade avermelhada. Ocorre diminuição no volume de flores e na produção de frutos.

Onde Encontrar:

Químicos: Sulfato de Amônio, Superfosfato Simples.
Orgânicos: Esterco de frango e de boi.

Micronutrientes Secundários

Boro: Atua na formação dos frutos que, em sua falta, tornam-se feios e deformados. Há reflexos também nas folhas novas, que se tornam deformadas e caem. As raízes escurecem e podem morrer.

Cloro: Atua nas reações hídricas da planta. Normalmente presente nos solos, costuma ser desnecessário na adubação.

Cobre: Age nas folhas, no processo de fotossíntese. Na sua falta, as folhas mais novas ficam com as pontas enroladas.

Ferro: É um componente importante na formação da clorofila. A deficiência de ferro causa a perda da cor verde das folhas, que vão adquirindo uma tonalidade amareloesbranquiçada.

Manganês: Também atua na formação da clorofila, e sua falta pode causar mudança de coloração entre as nervuras das folhas.

Zinco: Faz parte da formação de enzimas responsáveis pelo crescimento celular, sua falta pode fazer com que as folhas novas não se desenvolvam corretamente.

Molibdênio: Sem ele, a planta não consegue absorver o nitrogênio.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Link sobre fazer sementeira e peneira

Como fazer sementeira e peneira

Como preparar o canteiro

Para fazer um canteiro revolta a terra em uma profundidade de 25 cm a 30 cm, com uma enxada quebre os torrões, depois de revolvido e quebrado os torrões, peneire o solo, vai dar trabalho mas vai valer a pena, depois espalhe 150 g de calcário dolomítico por metro quadrado para corrigir o solo, com uma enxada encorpore no solo, aplique também de 3 a 10 litros por metro quadrado de composto orgânico depois disso é só misturar que estará pronto para uso.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Substrato

Há uma mistura básica indicada para o cultivo de espécies ornamentais que é o seguinte:

Básico:
Uma parte de terra comum de jardim
Uma parte de terra vegetal
Uma parte de areia

Algumas espécies exigem substratos de composições diferentes dentre os mais comuns estão:

Argiloso:
Duas partes de terra comum de jardim
Duas partes de terra vegetal
Uma parte de areia

Arenoargiloso:
Uma parte de composto orgânico (Humús)
Uma parte de terra comum de jardim
Uma parte de terra vegetal
Uma parte de areia

Arenoso:
Uma parte de terra comum de jardim
Uma parte de terra vegetal
Duas partes de areia

Rico em matéria orgânica:
Duas partes de composto orgânico (Humús)
Uma parte de terra comum de jardim
Uma parte de terra vegetal

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

domingo, 20 de novembro de 2016

Componentes para solo

Húmus
O húmus de minhoca é um fertilizante e substrato orgânico, inodoro, leve, macio, solto, finamente granulado e rico em minerais que são absorvidos pelas plantas. É estável, com pH 7 (neutro) e, portanto, não mais sujeito a fermentações podendo, por essa razão, ser colocado diretamente sobre as raízes das plantas sem queimá-las.
Produto obtido através da transformação do esterco bovino utilizando-se minhocas vermelhas da Califórnia. Ideal para hortas, plantas ornamentais, viveiros de mudas, sementeiras, árvores frutíferas, gramados e jardins. O húmus de minhoca é um fertilizante e substrato orgânico, inodoro, leve, macio, solto, finamente granulado e rico em minerais que são absorvidos pelas plantas. É estável, com pH 7 (neutro) e, portanto, não mais sujeito a fermentações podendo, por essa razão, ser colocado diretamente sobre as raízes das plantas sem queimá-las. Além disso, ele é muito rico em macronutrientes como nitrogênio, fósforo e potássio, bem como de micronutrientes, entre os quais zinco, ferro, cobre, boro, molibdênio e cloro.
Possui, ainda, uma grande e variada flora microbiana, essenciais para maior equilíbrio e fertilidade natural do solo. Outra qualidade importante do humus é que ele é um corretivo do solo, combinando-se com ferro, alumínio e manganês, além de outros elementos que, quando em excesso, podem se tornar tóxicos.

Terra Vegetal

A Terra Vegetal Nutriplan é um composto especial e fértil, rico em matéria orgânica e macronutrientes, pronto para usar em sementeiras, vasos, floreiras, hortas, gramados, etc
Produto para enchimento de floreiras, canteiros e gramados. Trata-se de uma terra melhorada. Deve-se complementar seu uso com Húmus de minhocas. A Terra Vegetal é um composto especial e fértil, rico em matéria orgânica e macronutrientes, pronto para usar em sementeiras, vasos, floreiras, hortas, gramados, etc. Contém 5 quilos.
Por ser equilibrado, drenável, não queima as raízes das plantas. Permite um pleno desenvolvimento de plantas floríferas anuais, perenes, além de folhagens, hortaliças, trepadeiras e arbustos.

Casca de Pinus

A Casca de Pinus em Pó é um dos substratos mais conhecidos entre os orquidófilos e cultivadores de plantas, possuindo grau de fixação médio da planta no vaso. A casca conserva o índice de umidade no interior dos vasos entre média e baixa sendo necessária maior freqüência de regas do que o xaxim ou a fibra de côco. Resultado do processo de fermentação aeróbia de casca de pinus, esse substrato é ideal para aumentar a porosidade do solo, auxiliando a retenção de umidade e entrada de ar. É muito utilizado como componente na formulação de substratos para produção de mudas em bandejas, potes e vasos.

Substrato para mudas

- Cinza
- Calcário
- Esterco de Aves
- Terra Preta
- Serragem
- Farinha de ossos

sábado, 19 de novembro de 2016

Sobre planta e solo e uréia

O solo é fator determinante. Geralmente, quando as plantas adoecem, falta-lhes algum alimento essencial, ou o solo contém algum elemento químico que impede a absorção de nutrientes pelas raízes. 
O que as deixa verdinhas, mas nem sempre saudáveis, é o elemento Nitrogênio. O que pode prejudicar a absorção de nutrientes pelas raízes é o alumínio. Vou explicar as duas hipóteses e fornecer uma solução para você. 
Se o problema é falta de nitrogênio - o elemento mais consumidos pelas plantas - faça o seguinte: 

Em uma loja de produtos agrícolas - ou floriculturas - adquira 1kg de uréia - ou mais, dependendo da quantidade de plantas que você tem. A uréia contém, em média, 50% de Nitrogênio. Ela é vendida na forma de grãozinhos brancos. Coloque uma colher de chá dos grãos de uréia em volta do vaso ou da terra onde a planta está. ATENÇÃO: Não deixe a uréia encostar na planta, pois é muito forte a reação dela com a água, e sua planta pode morrer! 
Molhe em seguida. Em 2 ou 3 dias você verá suas plantas verdinhas. Se quiser uma reação mais rápida, faça o seguinte: 

Pegue 1 litro dágua e coloque numa bombinha tipo aspersor, que fazem aquela nuvem dágua quando pressionadas. Coloque 10g (dez gramas) de uréia e agite bem até tudo ficar bem dissolvido na água. A mistura fica ligeiramente gelada pela reação química. Não coloque mais do que isso, senão as plantas podem ter as folhas queimadas. 
A proporção de uréia para a pulverização foliar (nas folhas) é de 1 a 2%. Sempre recomendo usar 1%, para evitar problemas com plantas mais sensíveis. 
Pulverize as folhas das plantas logo pela manhã ou à tardinha, para o sol não queimar as folhas com uréia sobre elas. Em seguida, molhe bem o solo onde as plantas estão. Em questão de horas você verá suas plantas verdinhas novamente. Mas, assim que elas consumirem o Nitrogênio aplicado, começam a perder o viço. 
OBS: Ao adquirir uréia, o elemento químico Nitrogênio tem o símbolo "N", e deve estar acompanhado da seguinte inscrição na embalagem: 
Uréia - N=50% (ou algo em torno disso, pouco mais, pouco menos). A lei exige que tal indicação esteja presente na embalagem e é a garantia mínima da existência do elemento no adubo químico. 

Se puder, adquira - ou peça para algum conhecido - um pouco de esterco de galinha, ou 'cama de frango', como é conhecida a forragem feita com serragem nas granjas de frango. Coloque uma colher de sopa desse esterco ao redor das plantas. Mas, tome cuidado porque contém muito Nitrogênio também. Molhe suas plantas em seguida. O esterco de galinha é excelente, porque contém outros nutrientes além do Nitrogênio. 

SOBRE O SOLO: 
Se existir algum traço de alumínio no solo, as plantas não conseguem retirar os nutrientes para sua sobrevivência. Existem outros fatores também, como bactérias e fungos nas raízes. Mas, nestes casos, é melhor consultar um agrônomo, que lhe indicará o veneno ou fungicida adequado, bem como lhe ensinará como usa-los com segurança. 
Mas, se existir alumínio no seu solo, a solução é simples e muito barata: cal. 

Regra geral: 
1) Vasos pequenos: meia colher de sopa rasa 
2) Vasos médios: Uma colher de sopa rasa 
3) Vasos grandes: 2 colheres de sopa rasas 

Espalhe a cal sobre a terra e molhe em seguida. O alumínio presente no solo reagirá com a cal e não vai mais atrapalhar suas plantas na hora da alimentação delas. 
Se quiser ter um solo bom para qualquer planta, adquira húmus de minhoca e misture uma parte de húmus com 1 parte de terra vegetal. 
Se quiser fazer um bom solo em casa, aproveite todos os restos de cozinha, como cascas de cebola, de batata, cenoura, folhas, etc - menos pedaços de carne. Enterre tudo num canto do quintal e cubra com terra. Mantenha aquele pedaço de terra sempre úmido. Podem aparecer algumas minhocas, o que é um bom sinal. Depois de 40 dias, verifique se ainda existem pedaços inteiros. Se houver, enterre novamente e espere mais um pouco, até que se desintegrem bem. Depois, é só pegar essa terra e colocar nos vasos. 

DOENÇAS 
Se puder, arranque uma ou outra plantinha mais doente e verifique as raízes. Se existirem raízes pretas ou com alguns bichinhos brancos grudados nelas, o problema é outro. 
Às vezes, se a infestação não for muito grande, lavando as raízes em água corrente já é suficiente. Enterre a planta em seguida. Se o problema for fungos, que deixam as raízes pretas, pode-se deixa-las de molho em um produto (pó) chamado Cuprofix - ou semelhante, à base de cobre. Tal produto também é vendido em boas floriculturas e casas de produtos agrícolas. 
Leia as instruções do rótulo e prepare uma calda conforme as instruções. Mergulhe as raízes da planta doente - se for o caso que eu citei acima - de molho por 30min. 
Retire a raíz da calda e bata levemente para sair um pouco do produto. Enterre novamente. Molhe bem a planta em seguida. 
Se for doença causada por fungos e se sua planta não estiver em estado terminal, ela conseguirá se recuperar rapidamente. 
Se houverem bichinhos brancos nas raízes, basta esfregar cuidadosamente as raízes, de preferência em local não muito iluminado, e lava-las bem. A planta, se já não estiver morrendo mesmo, pode se recuperar. 

Também: hoje já existem estudos comprovando a eficácia de remédios homeopáticos aplicados em plantas doentes. Mas, por falta de espaço, é difícil explicar quais seriam os medicamentos adequados para cada caso. 
Porém, como regra geral - para que as plantas cresçam com vigor e com saúde - em casos já estudados, você pode fazer o seguinte: 
Adquira o medicamento "Carbo Vegetabilis C100 - líquido" em uma farmácia homeopática. Compre uma bombinha nova para pulverizar suas plantas. NUNCA USE OUTROS PRODUTOS NA BOMBINHA QUE USARÁ PARA A HOMEOPATIA - O medicamento homeopático pode perder a eficácia. Também, não deixe o medicamento homeopático perto de aparelhos elétricos, ou ao sol, nem perto de imãs. 
Depois, coloque água limpa, sem cloro, na bombinha. Pingue 5 gotas do medicamento. Feche a tampa e agite um pouco. Pulverize sobre as plantas. Pode rega-las com essa água também. Na homeopatia, a quantidade do medicamento não é indicação de efeito maior. Por isso, 5 gotas bastam numa bombinha de até 1 litro. Esse não é um remédio para curar doenças: ele serve para dar vigor às plantas. Regue suas plantas com o remédio homeopático 3 vezes por semana, até terminar o vidro. Se elas reagirem bem, já foi o suficiente para, pelo menos, 6 meses de boa saúde. 

terça-feira, 15 de novembro de 2016

domingo, 13 de novembro de 2016

Preparo do substrato caseiro para sementeira

-3 partes de terra peneirada livre de plantas espontâneas;
-1 partes de cama de aviário curtida e peneirada;
-1 parte de areia fina de rio ou 2 partes de casca de arroz carbonizada.
Obs.: misturar bem as diferentes partes.

Alguns cuidados com a plantação de tomates

Escolha um lugar em que solo receba ao menos 6 horas de luz do sol direta por dia.
Escolha um lugar onde o solo seja profundo. Os tomateiros necessitam crescer em um solo profundo para produzir as primeiras folhas.
Coloque o fertilizante depois de crescido...
Prepare o fertilizante. Dissolva 2 colheres de sopa (30 ml) de fertilizante para 4 litros de água. Coloque 1 copo (240 ml) da solução na base de cada tomateiro. Para áreas maiores, coloque 1kg de fertilizante para cada 30 metros quadrados.
Regue cerca de uma vez por semana somente na parte da manhã. Não regue a noite, pois isso pode criar ambientes perigosos para a planta, uma vez que insetos amam ambientes escuros e úmidos. Ao regar de manhã, você evitará que a planta fique podre e pegue doenças como mofo e o fungo verticillium.
Regar ao meio dia também não é bom, pois a água irá evaporar antes que a planta a absorva.

Como plantar algumas plantas


Como saber se suas plantas estão doentes


Guia da falta de nutrientes de uma planta


sexta-feira, 4 de novembro de 2016

7 dicas para plantar uma horta em casa (mesmo com pouco espaço)

Você mora em um apartamento, quer cultivar temperos e acredita que não pode por conta do espaço limitado? Na verdade, não é tão complicado quanto parece.

Tudo é uma questão de disposição e de levar em conta alguns pontos básicos para transformar esse projeto em realidade.

1. Busque pelos raios de sol
Para começar, avalie onde as plantas terão melhor condições de crescer na hora de escolher o lugar de sua horta.

"Fique parado no ponto exato (onde quer posicionar a horta). Olhe para o céu e se pergunte: posso ver o sol daqui?", recomenda Carol Hartsell, colunista do site The Huffington Post.

A maioria dos vegetais pede umas boas seis horas de luz do sol. Mas a especialista destaca que, se o lugar recebe menos do que seis horas por dias, é possível tentar, mas levando em conta que não será o ideal para que tomates, berinjelas, pimentões e outros vegetais que precisam de muita luz produzam frutos.

E atenção: se o local recebe muito sol, também não é bom, pois há o risco das folhas ficarem queimadas.

2. Vasos e altura
Uma vez escolhido o local "perfeito", vá em busca dos recipientes para plantar.

Evite os vasos sem furos, pois as plantas precisam que a água escorra. Também é preciso que tenham uma boa profundidade para que as raízes possam crescer.

O blogueiro Raúl Mannise, do site Ecocosas, lembra que "uma planta é como um iceberg: tem uma parte que vemos e outra que não" e destaca que o recipiente deve ser adequado para cada tipo de planta, porque nem todas as raízes crescem da mesma forma.

Segundo o site Facilísimo.com, com vasos de 7 a 15 centímetros de profundidade, é possível plantar quase tudo, pois "as raízes não precisam de mais espaço que isso se têm água, nutrientes e terra suficientes".

3. Pense na terra
Escolher a terra não deve ser uma decisão tomada de qualquer maneira. "Sem pensar nisso, você não terá uma colheita excelente", diz Hartsell.

Isso porque as plantas precisam de uma base rica em nutrientes. O blog Vidanaturalia aconselha combinar vários tipos de fertilizantes e substratos, pois cada um tem características particulares e aplicações específicas.

"Escolher mal um substrato é uma das principais causas para o surgimento de diversos problemas na hora de cultivar sua própria horta urbana", diz o site, segundo o qual se deve recriar com a terra as condições do ecossistema original da planta.

A terra também deve ser esponjosa para permitir a entrada de oxigênio e conservar uma boa umidade.

4. Sementes ou brotos?
Se você não é um especialista em jardinagem e quer ver resultados mais rápidos, o melhor é começar com brotos.

Isso não é possível com alguns legumes, como a cenoura e o nabo, mas sim com alfaces, tomates e cebolas.

Na hora de plantá-los, o site Facilísimo.com alerta para o cuidado para não danificar as raízes. Por isso, abra buracos suficientemente grandes.

"Depois, pressione ligeiramente o substrato ao redor da planta e regue", aconselha.

5. Água...
Nem todas as plantas pedem a mesma quantidade de água ou o mesmo tipo de rega. Algumas exigem que se pulverizem as folhas. Outras, apenas as raízes devem ser molhadas.

"Os tomates necessitam de muita água, por exemplo, mas gostam de ficar um pouco secos entre uma rega e outra", esclarece Hartsell.

O site Facilisimo.com recomenda instalar um sistema de rega por gotejamento, pois "assim saberá quando começa e termina a irrigação".

Outro ponto é levar em conta as épocas do ano, porque, de acordo com os níveis de umidade e temperatura do ambiente, as plantas precisam de mais ou menos água.

6. ...e comida
As plantas também precisam de fertilizantes. Os mais recomendados são os balanceados, bons tanto para flores quanto para vegetais, conhecidos como NPK. Eles contêm nitrogênio, fósforo e potássio.

Estes três compostos devem estar presentes na terra para que as plantas se alimentem e construam seus tecidos. Outro indispensável é o carbono, mas, hoje em dia, ele existe de sobra no ar das cidades.

7. Conheça seus amigos e inimigos
Suas plantas receberão visitas, e é uma questão de detectar a tempo se são inimigos ou amigos.

Os pulgões são um mau sinal, porque são parasitas que podem acabar com a horta. Já as joaninhas e abelhas podem ser grandes aliadas.

Um dos alimentos preferidos das joaninhas são justamente os pulgões, por isso elas são ótimos inseticidas naturais.

Por fim, pense nas plantas que mais gosta e comece por elas. Isso aumenta as chances de persistir em seu cultivo caseiro.

Defensivos

1. Manejo da Horta e Prevenção de Pragas

Em agricultura orgânica sempre se busca o equilíbrio ecológico e a prevenção de problemas que afetam a saúde das plantas. Através do uso de algumas técnicas simples é possível reduzir a presença de pragas e doenças. Nesse sentido, é importante lembrar de fatores de produção que servem para enfrentar esse problema:

Manejo correto do solo e adubação orgânica, com fornecimento equilibrado de nutrientes para as plantas;

Manejo da água e da umidade (irrigação bem feita e drenagem se for preciso, no caso de solo que tem facilidade de encharcar);

Uso de rotação e consorciação de culturas; Diversificação (plantio de vários tipos de plantas); Respeito do espaçamento e da época certa de plantio; Uso de quebra ventos, quando necessário;

Limpeza manual das plantas doentes e eliminação do material que foi retirado;

Manejo correto das plantas nativas; Eliminação de hospedeiros; Armadilhas luminosas; A escolha de plantas resistentes;

2. Receitas de Defensivos Naturais

Mesmo com boas práticas de manejo da horta, pode ter ataques de insetos ou doenças na plantação. Muitos produtores usam os agrotóxicos para prevenir e combater estes ataques. Estes produtos são perigosos, tanto para a saúde do/a agricultor/a como do consumidor e também para a Natureza. Eles matam não só as pragas, mas também as minhocas e os insetos bons. Além disso, os agrotóxicos são caros!

Existem defensivos naturais que também combatem as pragas e doenças sem prejudicar ninguém. Mas, é importante lembrar ainda que até os defensivos naturais devem ser aplicados sempre na quantidade e freqüência certa e somente quando necessário.

Se encontra um monte de receitas usando defensivos naturais, com vários modos de usar e varias concentrações; se for a primeira vez que se usa uma receita é melhor testá-la numa parte só da horta para comprovar o efeito da dosagem sem correr risco de queimar as hortaliças.

Por fim, sempre lembre que mesmo não sendo agrotóxico, defensivo natural é produto ativo e tem que deixar pelo menos dois dias passar depois da aplicação para poder colher as hortaliças.

Farinha de Trigo com Detergente

Dissolver 1kg de farinha de trigo em 20 litros de água, junto com 500 ml (meio litro) de detergente neutro.

Pode-se usar na hora. Aplicar de manhã em cobertura total nas folhas. O seu emprego é favorável em dias quentes e secos, com sol. Mais tarde, as folhas secando com o sol, formam uma camada que envolve as pragas e cai com o vento.

Indicações: pode servir para combater a mosca branca, ácaros, pulgões e lagartas na horta, por exemplo, nos pés de tomates.

Pimenta Malagueta

Bater 500 g de pimenta vermelha (malagueta) em um liquidificador com 2 litros de água até a maceração total. Coar o preparado e misturar com 5 colheres (sopa) de sabão de coco em pó, acrescentando então mais 2 litros de água (dá 4 litros no total).

Indicações: pulverizar sobre as plantas atacadas por pulgões, vaquinhas, grilos e lagartas. Fazer a colheita depois de pelo menos 12 dias, para evitar que os frutos fiquem com cheiro forte.

Folha do Nim (Azadirachta indica)

Misturar 250g de folhas e ramos verdes picados com 20 litros de água. Deixar repousar as folhas na água de um dia para outro. Coar e pulverizar.

Indicações: O nim serve de repelente para uma grande variedade de insetos, inclusive lagarta, besouro, percevejo (Maria-fedida), pulgão, barbeiro, mosca branca, cochonilha, mosca do chifre, gafanhoto, nematóide, grilo, barata.

Fumo

Misturar 250g de fumo com 20 litros de água. Deixar de molho pelo menos 24h horas.

Indicações: o fumo é excelente inseticida tendo ação de contato contra pulgões, vaquinhas, cochonilhas, lagartas e outras pragas.

A colheita do vegetal tratado deve ser feita, somente 3 dias após a aplicação do fumo. Não deve ser empregado o fumo em plantas da família da batata ou tomate (Solanaceae).

Alho

Dissolver um pedaço de sabão de coco do tamanho de um polegar (50 g) em 4 litros de água. Juntar 2 cabeças picadas de alho e 4 colheres de pimenta vermelha picada. Coar com pano fino e aplicar.

Indicações: O alho é um bom repelente de insetos, bactérias, fungos, nematóides e serve de inibidor de digestão de insetos.

Urina de vaca

Deixar curtir a urina de vaca uns 4 dias num recipiente fechado, depois misturar 100ml com 20 litros de água.

Indicações: Serve, principalmente, para combater ataques de moscas, pulgões, e lagartas nas verduras. Ao mesmo, tempo serve como adubo.

Angico

Deixar 1 Kg de folhas e vagens de angico de molho em 10 litros de água durante 5 a 8 dias. Coar, misturar 1 litro com 5 a 10 litros de água, e pulverizar.

Indicações: pulgões, lagartas, formigas, outros.

3. Plantas Companheiras

O plantio de linhas de plantas companheiras pode ser benéfico em pequenas áreas para espantar alguns tipos de pragas. Entre outras, são conhecidos os efeitos repelentes das seguintes plantas, bastante comuns:

3. Plantas Benéficas

Na vegetação natural tem plantas que servem de abrigo e reprodução de insetos que se alimentam de outros insetos. O manejo correto destas ervas e da adubação verde permitirá um controle natural de algumas pragas.

Dentre as plantas que servem para o manejo ecológico, está o sorgo granífero. No caso do sorgo, suas panículas em flor favorecem o abrigo e a reprodução de insetos e ácaros benéficos, como o percevejo Orius Insidiosus, predador de lagartas, ácaros e trips da cebola.

Alecrim repele borboleta da couve e moscas da cenoura; Hortelã repele formigas, ratos e borboleta da couve; Mastruz repele pulgões e outros insetos; Urtiga repele percevejo do tomate;

Outras plantas como a erva-cidreira e o girassol são também indicadas para repelir pragas dos cultivos;

O gergelim é outra planta útil, que é cortado e levado pelas saúvas (formigas cortadeiras, Atta sp.), intoxicando o fungo do qual elas se alimentam.

5. Exemplos de Consórcios (Plantas que Podem ser Plantadas Juntas)

PlantaGosta Não gosta

JerimumMilho, vagem, amendoim, cenoura e girassol

Cenoura, rabanete, couve, pepino, beterraba, cebola e tomate

Alface, beterraba, tomate e couve

Jerimum, mandioca e milho

Feijão

Cebola, alface, ervilha, e couve

Cenoura, beterraba, tomate, couve e alface

Cenoura e couve

Ervilha, alface, cebola, cebolinha, tomate, rabanete, couve, feijão, alecrim e hortelão

Alface, batatinha, beterraba, rabanete, cebola, cenoura, feijão, hortelã, alecrim e cebolinha

Alface

Alho

Amendoim Berinjela

Beterraba

Cebola Cebolinha

Cenoura

Couve/ repolho

Batatinha e beterraba

Salsa e girassol

Ervilha e feijão -

Feijão, trepador e milho

Ervilha e feijão

Ervilha e feijão

Tomate e vagem

Erva-doce, alho, cebola e tomate

PlantaGosta Não gosta

Feijão

Fava

Girassol

Maxixe/ chuchu

Milho

Pepino

Quiabo Rabanete

Tomate

Milho, batatinha, cenoura, pepino, couve, repolho, alface, beterraba, rabanete e alecrim

Alcachofra

Pepino, feijão, jerimum e milho

Quiabo e milho

Jerimum, feijão, batata, ervilha, pepino, melancia, melão, girassol, rabanete, quiabo, maxixe, chuchu, mostarda e feijão de porco

Girassol, feijão, milho, ervilha, alface, e rabanete

Girassol, feijão, milho, ervilha, alface e rabanete

Ervilha, pepino, cenoura, milho, alface e couve

Cebola, cebolinha, cenoura, erva-cidreira, hortelã, urtiga, manjericão, cravo de defunto, couve e alface

Erva-doce, alho, cebola e tomate

-Batatinha

Beterraba

Batata, tomate e ervas de tempero

Batatinha, erva-doce, repolho, pepino e feijão

Fontes de Consulta http://www.ambientebrasil.com.br/composer.php3?base=./agrop ecuario/index.html&conteudo=./agropecuario/artigos/controlepr agas.html

AMAS/CCM, STR; Apostila: Alternativas agroecológicas para o Município de Brejo da Madre de Deus-PE; 2003

Souza, Jacimar Luiz de ; Manual de horticultura orgânica; Viçosa : Aprenda Fácil; 2003.

Para mais informações entre em contato conosco.

O manejo da horta dá um pouco de trabalho, mas rende bem e fornece uma alimentação saudável e diversificada. Então, não perca a coragem.

Boa sorte a todos e todas e não esqueça: A GENTE APRENDE MUITO OBSERVANDO E COPIANDO A NATUREZA.

Centro de Educação Comunitária Rural

Rua Comandante Superior, 1349 – Centro. CEP: 56.903-492 Serra Talhada - PE Brasil

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Receitas de Defensivos Naturais

DEFENSIVO DE FUMO

RECEITA 1: controle de pulgões, cochonilhas e grilos.
Fumo – 2 pacotes
Água – 0,5 litro
Colocar o fumo de molho na água durante um dia. No momento de pulverizar as plantas utilizar a dosagem de 500 ml do preparo para 20 litros de água no pulverizador.

RECEITA 2: controle pulgões, lagartas, percevejos e mariposas.
Fumo – 5 cm de fumo de corda
Álcool – 1 litro
Água – 1 litro
Picar o fumo, juntar a água e o álcool deixar curtir por 24 horas (um dia). Diluir 1 litro da mistura para 20 litros de água.

RECEITA 3: para controle de pulgões, cochonilhas e grilos.
INGREDIENTES: fumo de corda – 15 a 20 cm
Água – 1 litro
Coloque o fumo em corda deixando de molho durante 24 h. Aplicação: coar, e para cada 19 litros da água, use 500 ml do produto.

RECEITA 4: controle de lagartas e pulgões em plantas frutíferas e hortaliças.
INGREDIENTES: fumo de corda – 100 g
Álcool – 1 litro
Sabão de coco – 100 g
Misture 100 g de fumo em corda cortado em pedacinhos com 1 litro de álcool. Junte 100 g de sabão e deixe curtir por 2 dias. Aplicação: para pulverizar plantas utilize 1 copo do produto em 15 litros de água.

RECEITA 5: controle de vaquinhas, pulgões, cochonilhas, lagartas.
INGREDIENTES: fumo de corda – 10 e 15 cm
Álcool – 500 ml
Água – 500 ml
Sabão de coco – 100 g
Corte o fumo em pequenos pedaços e junte a água e o álcool. Misture em um recipiente deixando curtir durante 15 dias. Decorrido esse tempo, dissolva o sabão em 10 litros de água e junte com a mistura já curtida de fumo e álcool. Aplicação: pode ser aplicado com pulverizador ou regador.

RECEITA 6: controle de pulgões, vaquinhas, cochonilhas.
INGREDIENTES: querosene – 100 ml
Sabão em pó – 3 colheres (sopa)
Fumo – 1 litro de calda
Água – 10 litros
Para o preparo da água de fumo coloque 20 g de fumo de corda e picado em 1 litro de água, fervendo essa mistura durante 30 minutos. Após, côa-la em pano fino, adicione 3-4 litros de água limpa e utilize o produto obtido no mesmo dia. Em seguida, aqueça 10 litros de água e junte os 100 ml de querosene e as 3 colheres (sopa) de sabão em pó. Deixe resfriar em temperatura ambiente e adicione então 1 litro de calda de fumo.

RECEITA 7: controle de pulgões, lagartas e trips.
INGREDIENTES: Folhas de fumo – 1 kg
Água – 15 litros
Juntar as folhas de fumo e os 15 litros de água por 24 h. Preparo: a solução é coada e adicionada em um pouco de sabão. Aplicação: pulverizar conforme a receita acima ou no solo na forma de pó feito com folhas secas ou pedaços de folhas colocadas no chão em cobertura.

RECEITA 8: controlar brocas em arvores frutíferas.
INGREDIENTES: fumo picado – 100 g
Água – 2 litros
Ferver o fumo na água por 20 minutos. Juntar este extrato com pasta sulfocálcica e pincelar sobre os furos das brocas.
Obs.: – Não usar no tomate e batata;
– Os preparos que somente utiliza água devem ser utilizados no mesmo dia, o produto perde o efeito se guardado por mais de 8 horas;
– Somente 3 dias após a aplicação do fumo deve-se fazer a colheita;
– Os preparos feitos à base de álcool podem ser armazenados desde que protegidos à luz solar com jornal etc. (duram até 6 meses).

DEFENSIVO DE QUEROSENE E SABÃO
INGRENDIENTES: sabão de coco – 200 g
Querosene – 1 litro
Água – 1 litro
Pegar as 200 gramas de sabão de coco e desmanchar em 1 litro de água quente. Depois, na mistura ainda quente, acrescente 1 litro de querosene.

RECEITA 1: controle de lagartas
Usar 200 ml (copo americano) do produto e acrescentar 20 litros de água para aplicar em pulverização.

RECEITA 2: controle de cochonilhas, pulgões, ácaros, mosca-da-fruta, percevejo.
Usar 1 litro do produto para 19 litros de água e pulverizar as plantas.
Obs. : – Para aplicação em pincelamento de caules, engrossar a calda adicionando farinha de trigo.

DEFENSIVO COM ÁGUA DE SABÃO

FUNÇÃO: O sabão serve para repelir os insetos como pulgão, cochonilhas e lagartas.

INGREDIENTES: sabão de coco – 1 Kg (5 barras – 200 g)
Água – 5 litros
Lacere 1 Kg ou (5 barras – 200 g) do sabão para desmanchar em 5 litros de água quente mexendo bem. Aplicação: acrescentar 15 litros de água. Pulverizar esta mistura imediatamente sobre as plantas.

DEFENSIVO DE ÁGUA COM CINZA

FUNÇÃO: A cinza originada da queima de madeira ou lenha contém potássio e outros minerais, que além de fertilizante serve como repelente de pragas.

RECEITA 1: controle de lagartas e vaquinhas.
Cinza de madeira – 9 copos
Cal virgem – 9 copos
Água – 18 litros
A cinza deve ser colocada em água, deixando repousar por, pelo menos, 24 horas. Em seguida, misturada com a cal virgem e coada. Pulverizar sobre as plantas.

RECEITA 2: controle de insetos sugadores e larva minadora.
Cinza de madeira – 9 coposÁgua – 18 litros

Querosene – 300 ml
Misturar a cinza a água e deixar descansar por 24 horas. Coar e acrescentar 300 ml de querosene. Misturar e pulverizar sobre as plantas.

RECEITA 3: controle de lagartas e pulgões.
Cinza de madeira – 2 kg
Água – 10 litros
Deixar a mistura descansar por 1 dia. Depois de pronto coar e pulverizar sobre as plantas.

RECEITA 4: para prevenir doenças das raízes de repolho, couve, beterraba, etc.; polvilhar cinza fortemente ao redor das plantas. Para proteger árvores do ataque de brocas, faça uma pasta de cinza e água e reboque os troncos.

DEFENSIVO DE CINZA E CAL / QUEROSENE

RECEITA 1: controlar barbas, algas, liquens e musgos em frutíferas.
INGREDIENTES: cal virgem – 300 g
Cinza – 100 g
Água – 10 litros
Dissolver a cal na água e juntar a cinza. Mexer bem. Depois coar. Usar em pulverizações sobre as plantas, durante o inverno, após as podas.
Obs.: se pincelar nos troncos, não há necessidade de coar a mistura.

RECEITA 2: controla lagartas e vaquinhas.
INGREDIENTES: cinza – 2 copos e meio
Cal virgem – 2 copos e meio
Água – 19 litros de água
A cinza será colocada em água 24 h antes do preparo, deixando em repouso. Aplicação: após coar a solução, elimina-se a parte sólida e o liquido mistura-se com a cal virgem, e pulverizam-se as plantas.

RECEITA 3: controla insetos sugadores e larvas minadoras.
INGREDIENTES: cinza – 2 copos e meio
Querosene – 70 ml
Água – 19 litros
O preparo é o mesmo da receita 2, onde é trocado a cal virgem pelo querosene.

DEFENSIVO DE SAMAMBAIA

Esta samambaia é planta típica de solos ácidas facilmente encontradas em potreiros e áreas de pousio.
FUNÇÃO: Controlar pulgões e lagartas em hortas e lavouras.
INGREDIENTES: 500 gramas de folhas frescas de samambaia
2 litros de água
PREPARO: Colocar as folhas na água, levar ao fogo para ferver durante 30 minutos. Após isto, deixar descansar durante 24 horas. Aplicação: misturar 1 litro deste líquido para cada 10 litros de água e pulverizar sobre as plantas, usando pulverizador ou regador.

DEFENSIVO DE SABÃO E ÓLEO MINERAL

FUNÇÃO: controle de cochonilha, pulgões, lagartas e outros insetos.
INGREDIENTES: sabão de coco – 200 gramas
Óleo mineral – meio litro
Água – meio litro
Derreter o sabão na água quente e depois misturar ao óleo mineral. Aplicação: depois de pronto, usar 200 ml (copinho americano) da mistura em 20 litros de água, pulverizar as plantas. Repetir a pulverização a cada 15 dias.

DEFENSIVO DE ÓLEO DIESEL E SABÃO
FUNÇÃO: usado no controle de cochonilhas e pulgões.
INGREDIENTES: óleo diesel – 200 ml
Sabão de coco – 3 barras de 200 g
Água – 3 litros
Derreter o sabão na água quente e depois misturar ao óleo diesel. Aplicação: misturar o produto em 16 litros de água e pulverizar.

DEFENSIVO DE URTIGA
FUNÇÃO: serve como repelente para pulgões e lagartas em qualquer planta. Também como fortificante (dar força à planta).
INGREDIENTES: folhas da urtiga frescas – 500 g
Água – 1 litro
Colocar as 500 g de folhas frescas dentro de uma vasilha com 1 litro de água, esmagar bem e deixar descansar durante 2 dias. Aplicação: depois retirar a urtiga, colocar a solução em 10 litros de água e regar as plantas a cada 15 dias ou, em menores espaços de tempo, quando necessário.
Obs.: Trata-se da urtiga verdadeira que tem as folhas pequenas e tem uma substância que causa irritação. Ao colher a urtiga proteger às mãos com sacos plásticos, porque a planta provoca irritação na pele.

DEFENSIVO DE MANIPUEIRA
FUNÇÃO: combate formigas e nematóides.
FORMIGAS: coloca-se manipueira de mandioca diretamente no formigueiro.
NEMATÓDES: pulverizar as áreas atingidas com a manipueira pura.

DEFENSIVO DE URINA DE VACA
FUNÇÃO: controle de lagartas, formigas, cascudos, pulgões, cochonilhas e previne o ataque de algumas doenças.
INGREDIENTES: urina de vaca – 500 ml
Água – 20 litros
Coletar a urina, colocar em recipiente plástico fechado durante 3 dias, tempo necessário para que a uréia se transforme em amônia. Aplicação: diluir a urina na proporção de 200 ml de urina para 20 litros de água e pulverizar as plantas atingidas.
Obs.: – este produto deve ser aplicado de 15 em 15 dias;
– Na alface o produto deve ser aplicado no solo e não sobre a planta.

DEFENSIVO DE ANGICO PRETO

INGREDIENTES: angico – 1 kg folhas de angico preto
Água – 10 litros
Macerar as folhas do angico e misturar a água, deixar curtir por 10 dias, completado esse período, coar e engarrafar para guardar, em local escuro de preferência enrolar com um pano.

RECEITA 1: controle de lagartas, vaquinhas e besouros.
Diluir 1 litro do produto para cada 10 litros de água. E pulverizar as plantas.

RECEITA 2: controle de formigas e cupins.
Coloca-se puro, com regador ou pulverizador.

DEFENSIVO DE ALHO

RECEITA 1: controle de pulgões, cochonilhas e ácaros.
Alho – 200 g
Água – 20 litros
Esmagar o alho e adicionar a água, coar e usar.

RECEITA 2: controle de fungos, bactérias, míldio e ferrugem.
Alho – 1 kgÁgua – 5 litros

Sabão – 100 g
Óleo mineral – 20 colheres de sopa

Os dentes de alho devem ser moídos e deixados repousar por 24 h, em 20 colheres de sopa de óleo mineral. Em outro vasilhame, dissolve-se 100 g de sabão de coco (picado) em 5 litros de água, de preferência quente. Após a dissolução do sabão, mistura-se a solução de alho. Antes de usar, é aconselhável filtrar e diluir a mistura em 15 litros de água. As concentrações variam de acordo com o tipo de pragas que se quer combater.
Obs.: – Quando pulverizado sobre as plantas depois de 36 h não deixa cheiro nos produtos agrícolas.

DEFENSIVO DE NIM
INDICAÇÕES: mosca branca, pulgões, lagartas, cochonilhas, ácaros, besouros, gafanhotos, nematóides, fungos, trips.

RECEITA 1: Sementes secas e moídas – 200 g
Água – 200 ml
Sabão de coco – 5 g (1 colher de sopa)
Colocar as sementes moídas em um saco de pano, amarrar e colocar na água. Depois de 12 h espremer e dissolver o sabão neste extrato. Misturar bem e acrescentar água para obter 20 litros do preparo. Aplicar sobre as plantas infestadas, imediatamente após o preparo.

RECEITA 2: Folhas verdes ou frutos inteiros – 2 kg
Água – 15 litros
Bater no liquidificador as folhas ou frutos do Nim com um pouco de água. Deixar descansando por uma noite com um pouco mais de água. Antes de aplicar, filtrar e diluir com água para obter 15 litros do preparado. Pode ser armazenado em frasco em local escuro por 3 dias.

RECEITA 3: Folhas verdes – 250 g
Água – 2 litros
Pilar bem as folhas verdes. Adicionar 2 litros de água. Deixar em repouso num local escuro por 12 h. Coar, diluir em 19 litros de água e usar. Pode ser armazenado em frasco em local escuro por 3 dias.

RECEITA 4: Óleo de Nim – 0,5% (100 ml em 20 litros de água)
Pulverizar sobre a folhagem e frutos.

DEFENSIVO DE SAL E VINAGRE
INDICAÇÕES: combate pulgões, lagartas do repolho, lesma, caramujos e mosca branca.
INGREDIENTES: sal – 100 g
Vinagre – 380 ml
Água – 19 litros
Sabão de coco – 100 g
Misturar todos os ingredientes e pulverizar as plantas atacadas.

DEFENSIVO DE CRAVO DE DEFUNTO (Tagetes sp)

RECEITA 1: controlar os nematóides (vermes do solo), nas plantas de horta e como repelente de insetos.
INGREDIENTES: ramos e folhas – 100 g
Álcool – 1 litros
Plantar em forma de bordadura ao redor da horta. Esta prática usada durante 3 a 4 meses reduz 90% da infestação de nematóides.
Pegar 100 g de ramos e folhas, picar bem miudinho. Deixar repousar em 1 litro de álcool por 24 horas. Aplicação: Antes de aplicar, filtrar. Pulverizar sobre os insetos usando 1 litro desse defensivo em 10 litro da água.

RECEITA 2: combate a pulgões, ácaros e algumas lagartas.
INGREDIENTES: talo e folhas – 1 kg
Água – 10 litros
Misturar 1 kg de folhas e/ ou talo de cravo de defunto. Levar ao fogo e deixar ferver durante meia hora ou então deixar de molho (picado) por dois dias. Aplicação: coar o caldo obtido e pulverizar as plantas atacadas.

RECEITA 3: repelente de insetos e nematóides
folhas e talos de cravo de defunto – 200 g
Álcool – 1 litro
Macerar e misturar as folhas e talos com álcool por 12 h. Diluir este preparo em 19 litros de água. Coar e pulverizar o preparo sobre as plantas.

DEFENSIVO DE PIMENTA VERMELHA (MALAGUETA)
INDICAÇÕES: pode ser empregada como um defensivo natural em pequenas hortas e pomares. Tem boa eficiência quando concentrada e misturada com outros defensivos naturais, no combate a pulgões, vaquinhas, grilos e lagartas. Obedecer a um período de carência mínima de 12 dias da colheita, para evitar obter frutos com fortes odores.

RECEITA 1: fumo de corda picado – 50 g
Pimenta vermelha (malagueta) – um punhado
Álcool – 1 litro
Sabão em pó – 250 g
Dentro de 1 litro de álcool, coloque o fumo e a pimenta, deixando essa mistura curtir durante 7 dias. Para usar essa solução, dilua o conteúdo em 10 litros de água contendo 250 g de sabão em pó dissolva ou então, detergente, de modo que o defensivo grude nas folhas e nos frutos.

RECEITA 2: pimenta vermelha (malagueta) – 1,250 g
Água – 500 ml
Sabão de coco ou em pó – 12 colheres (sopa)
Bater as pimentas em um liquidificador com 500 ml de água até a maceração total. Coar o preparado e misturar com 12 colheres (sopa) de sabão de coco ou em pó, acrescentar então os 10 litros de água, pulverizar sobre as plantas.
Obs.: No caso de hortaliças e plantas medicinais, aconselha-se respeitar um intervalo mínimo de 12 dias antes da colheita.

DEFENSIVO DE PIMENTA-DO-REINO
FUNÇÕES: combate de pulgões, ácaros e cochonilhas.
INGREDIENTES: pimenta-do-reino (moída) – 100 g
Sabão de coco – 60 g
Álcool – 1 litro
Água – 1 litro
Deixar a pimenta-do-reino no álcool durante 7 dias. Dissolver o sabão na água fervente. Retirar do fogo e juntar as duas misturas. Utilizar um copo cheio para cada 10 litros de água, fazendo 3 pulverizações, com intervalo de 3 dias entre elas.

DEFENSIVO DE PRIMAVERA, MARAVILHA OU BULGAVILLE.
FUNÇÕES: vírus do tomateiro (vira-cabeça), viroses do feijoeiro.
INGREDIENTES:
Folhas de primavera (rosa ou roxa) – 1 litro
Água – 1 litro
Juntar as folhas com a água e bater no liquidificador. Coar em pano fino e diluir em 19 litros de água. Pulverizar imediatamente em horas frescas do dia. Não pode ser armazenado. Aplicar 2 vezes por semana a partir de 10 dias de germinação até o início da frutificação.

DEFENSIVO DE TIMBÓ
FUNÇÕES: combate pulgões, certas lagartas, trips (raspador) e alguns ácaros.

RECEITA 1: raízes de timbó com diâmetro de 1 cm – 100 g
Água- 10 litros
Sabão de coco – 50 g
Misturar as raízes de timbó, lavadas em pedaços ou transformadas em pó, com a água e o sabão e deixar descansar por 24 h, filtrar e pulverizar sobre as plantas.

RECEITA 2: raízes de timbó – 500 g
Acetona ou álcool – 2 copos e meio
Pegar as 500 g de raízes de timbó, picar em pedaços finos e deixar secar a sombra por 3 a 4 dias. Depois de secas pegar estes pedacinhos e triturar (pode ser usado forrageiro) de forma que fique semelhante à serragem, colocar num vidro com tampa e acrescentar os 2 copos e meio de acetona ou álcool (etanol). Tampar bem e deixar descansar por 24 h. Aplicação: antes de usar, filtrar o produto com um pano fino. Usar 100 ml de produto para 10 litros de água e pulverizar sobre as plantas.

RECEITA 3: macerar as raízes em água, o que resulta em líquido leitoso, que é pulverizado sobre as plantas. Aplicação: 200 ml do líquido para 19 litros de água.

DEFENSIVO DE LEITE
FUNÇÕES: controle de ácaros, doenças fúngicas e viróticas.
IGREDIENTES:
Leite – 1 litro
Bicarbonato de sódio – 100 g
Água – 20 litros
Misturar o leite com a água e pulverizar sobre as plantas. Repetir depois de 10 dias. Pode ser utilizado para atrair lesma. Distribuir no chão, ao redor das plantas, estopa ou saco de pano molhado com água e um pouco de leite. De manhã, virar a estopa ou saco e matar as que se reunirem embaixo.

DEFENSIVO DE CAVALINHA (Equisitum sp) E CAMOMILA
FUNÇÃO: como fortificante, ajudar controlar doenças nas folhas do tomateiro.
INGREDIENTES: cavalinha (seca) – 300 g
Camomila – 100 g
Água – 11 litros
1º) colocar de molho em 1 litro de água, por 2 dias, as flores de camomila.
2º) ferver a cavalinha nos 10 litros de água, durante 20 minutos. Deixar amornar, com a vasilha tampada.
3º) colocar no chá de cavalinha água de camomila, que deve ter sido preparada 2 dias antes.
Para cada 20 litros de água, usar 1 litro de preparo e pulverizar as plantas.
Obs.: outra forma de usar a camomila é a seguinte: deixa-la de molho em água por 2 dias, misturar água e pulverizar sobre as plantas.

DEFENSIVO DE CEBOLA (Allium cepa) E ALHO (Allium salivumI)
FUNÇÃO: controlar pulgões em cebola, beterraba e feijão.
INGREDIENTES: cebolas – 3 médias
Alho – 3 dentes
Água – 10 litros
Moer ou triturar a cebola e o alho, misturar bem em 5 litros de água, espremer bem para sair todo suco, coar e misturar ao restante da água. Aplicação: coar e pulverizar sobre as plantas 1 vez por semana.

DEFENSIVO DE EXTRATO DE PIMENTA DO REINO COM ALHO E SABÃO
FUNÇÃO: controlar pragas das solanáceas (batata inglesa, berinjela, pimentão, tomate), mas também pragas de flores, hortaliças, frutíferas, grãos e cereais.
INGREDIENTES: pimenta do reino (moída) – 100 g
Álcool – 2 litros
Alho – 100 g
Sabão de coco – 50 g
Pegar as 100 g de pimenta, juntar a 1 litro de álcool em vidro ou garrafa, com tampa. Deixar em repouso por uma semana. Triturar as 100 g de alho e juntar a 1 litro de álcool em vidro ou garrafa, com tampa. Deixar em repouso por uma semana. Aplicação: na hora de usar, dissolver as 50 g de sabão em 1 litro de água quente, pegar um copo de extrato de alho, misturar bem e colocar no pulverizador com 10 litros de água. Agitar bem a mistura e completar com o restante de água, ou seja, até completar 20 litros.
Obs.: dar carência (intervalo) de 5 dias entre a pulverização e a colheita. Pulverizar nas horas mais frescas do dia e usando roupas de proteção.

DEFENSIVO DE EXTRATO DE PIMENTA DO REINO, PIMENTA MALAGUETA, PIMENTA CUMARI E ALHO.
FUNÇÃO: combate pulgão, vaquinha e bicho minador.
INGREDIENTES: pinga – 2 litros
Alho – 200 g
Pimenta do reino – 50 g
Pimenta malagueta – 50 g
Pimenta cumari – 50 g
O alho é amassado e vai para o galão com casca e tudo. A pimenta malagueta é cortada, a cumari, amassada e a pimenta-do-reino, moída. A pinga vai logo depois, colocando em poucas proporções e sempre chacoalhando toda a mistura, terminado os 2 litros de pinga, a calda vai ficar 20 dias no mínimo. Quanto mais tempo ficar melhor. Aplicação: da solução, vão 20 g de açúcar mascavo, o que corresponde a uma colher de sopa bem cheia. 10 litros de água, 50 ml da calda, o que dá 3 colheres de sopa e meia do produto, e 35 ml, ou 2 colheres de sopa e meia, de vinagre.

EXTRATO DE CONFREI (Symphytum officinalis)
FUNÇÃO: controlar clorose foliar (amarelecimento) e murcha, em brotação de plantas de vaso. Repor fósforo e promove o crescimento.
INGREDIENTES: planta verde sem raízes – 2 kg ou seca – 150 g
Água – 2 litros
Picar bem a planta e sobre ela colocar água fervendo e tampar. Deixar ate amornar. Aplicação: para cada 19 litros de água usar 1 litro de extrato. Pulverizar toda a planta, de preferência antes da brotação.
Obs. Tomar o cuidado de umedecer bem o solo na região das raízes.

DEFENSIVO DE MACELA (Achyzoclyne satureioides)
FUNÇÃO: controlar pulgões.
INGREDIENTES: macela – um punhado de flores
Água – 2 litros
Ferver 2 litros de água, derramar sobre a macela. Deixar amornar e coar. Aplicação: esta quantidade serve para preparar 10 litros de defensivo, que deve ser pulverizado sobre as plantas.

DEFENSIVO DE ARRUDA (Ruta graveolens)
FUNÇÃO: repelir diversos tipos de insetos e formigas.
INGREDIENTES: folhas – 100 g
Água – 1 litro
Picar as folhas, colocar na água, aguardar 24 h. Depois de pronto coar e misturar a 19 litros de água. Pulverizar sobre as plantas, e nos locais aonde aparecem às formigas.

DEFENSIVO DE ENXOFRE
FUNÇÃO: controle de doenças como o oídio em parreiras de uva, pepino e melancia; controle de pragas como cochonilhas, ácaros, carunchos e gorgulhos (furão);

RECEITA 1: Para pulverização de plantas
INGREDIENTES: enxofre ventilado ou puro – 100 g
Água – 20 litros
Óleo mineral – 20 ml (1%)
Umedecer aos poucos o enxofre até formar uma pasta; depois, acrescentar o restante da água e misturar bem. Após de bem misturado, coloque o óleo mineral, misturando mais uma vez. A solução deve ficar bem misturada. Aplicação: pulverizar as plantas, evitando usar na época de florescimento.

RECEITA 2: Para usar em galpões e barracões contra carunchos e gorgulhos (furão) que atacam os grãos armazenados
INGREDIENTES: enxofre puro – 10 g
Álcool – 25 ml
Misture o enxofre e o álcool. Aplicação: colocar a mistura de enxofre e álcool em uma vasilha (bacia de alumínio) levá-la ao barracão onde estão armazenados os grãos a serem tratados. O barracão deve estar bem vedado para que os gases não escapem. Isto feito por mais três dias e depois abrir para ventilar.
Esta receita serve para fumigar aproximadamente 850 kg de grãos.

ISCAS DE CABAÇAS VERDES
FUNÇÃO: atrair as vaquinhas e evitar o infestamento da lavoura.
Cortar as cabaças ao meio da lavoura. E importante proteger as cabaças do sol e da chuva, para durarem mais. Pedaços de latas ou garrafas plásticas, sem o fundo, podem ser usadas para esta proteção. Aplicação: colocar de 2 a 4 estacas a cada 10 metros quadrados ( 10 metros x 1 metro ou 5 metros x 2 metros), trocar as iscas a cada 7 a 15 dias conforme as condições do tempo e das iscas. Todos os dias: verificar as iscas e esmagar as vaquinhas presentes nelas.

ISCAS PARA MOSCA-DAS-FRUTAS
FUNÇÃO: atrair as moscas e evitar que coloquem ovos, diminuindo, assim o nível de infestação de brocas nas frutas.
INGREDIENTES: vinagre – 1 colher pequena
Açúcar mascavo, mel ou suco de frutas – 700 g.
Água – 10 litros
Misturar os ingredientes. Em uma garrafa plástica fazer 4 furos (um de cada lado) de 2 cm cada na parte mais alta da mesma. Enchê-la até o meio com a mistura. Aplicação: pendurar os frascos nas árvores a mais ou menos 1 metro e meio de altura, sempre do lado que o sol nasce. Distribuir os frascos pelo pomar mais ou menos 2 frascos por planta. Trocar duas vezes por semana.

Fonte: [ CERAC ]

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Oração de São Isidoro protetor dos agricultores

O Santo Isidoro, a vossa fé vos levava a esquecer o mundo para contemplar as belezas do Reino de Deus. Dando-vos em oração, os anjos completavam o vosso trabalho de agricultor. Abençoai-me, Santo Isidoro! Abençoai a minha família, a minha terra, a minha horta, as minhas plantações, a minha criação. Pedi aos anjos que sustentem as minhas forças nas horas de cansaço. Abri os meus olhos e fazei-me ver, na semente que nasce, na flor que desabrocha, no fruto que amadurece, a força criadora de Deus onipotente. Santo Isidoro, fortalecei a minha fé, dai-me gosto pela oração, para a minha piedade atraia as bênçãos de Deus e dos anjos do céu sobre o trabalho de minhas mãos e faça frutificar a minha plantação. Amém

Fonte: http://www.santoprotetor.com/sao-isidoro/

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Controlar as pragas

Receitas da vovó

Link sobre algumas doenças das plantas

Doenças das plantas

Calda de fumo

Receita de calda de fumo caseira
Fórmula é indicada para uso em pequenas áreas para controle de pulgões

Ingredientes:
250 g de fumo de corda
100 ml de álcool hidratado (comum)
1 litro de água fervente

Modo de preparo:
Pique o fumo de corda e coloque-o numa vasilha com tampa. Acrescente a água fervente e tampe, deixando a mistura em repouso por 24 horas. Depois disso, agite o conteúdo e filtre-o em pano fino espremendo bem para retirar o máximo de extrato. Acrescente o álcool, que servirá de conservante para a solução. Guarde-a em um frasco escuro. Para o tratamento das plantas infestadas, dilua 100 ml da solução de fumo em 1 litro de água. Acrescente dez gotas de detergente caseiro (para quebrar a tensão superficial da água) e pulverize sobre as plantas. Repita a aplicação quando necessário.

domingo, 30 de outubro de 2016

Farinha de casca de ovos

Aqui vai como fazer...
1-Juntem o máximo de casca de ovos possíveis. .
2-Deixe secar no sol pelo menos 1 semana , para ela sair aquele grude de dentro .
3-Bata no liquidificador. .
4-Adicione o pó das casca nas plantas ..
faça isso cada 60 dias ... se poder .
Pó é mais fácil é rápido para a planta absorver .. casca de ovos são ricas em cálcio,  nutriente principal para a formação de caule folhas e raízes de qualquer planta.. hortaliças. ..
Não jogue a casca fora pessoal estão perdendo um perfeito nutriente para plantas ..
Experimente você também.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

NPK

NPK        NPK   NPK

NPK Como usar

O NPK é aplicado nas plantas, este adubo eu uso 4 colheres de sopa por metro quadrado, afofe a terra aplique espalhando bem depois faça com que ele fique bem integrado a terra revirando bastante, não esqueça de renovar a aplicação a cada dois meses, também pode ser colocado em vasos dai a medida indicada é duas colheres de sopa por 10 quilos de terra coloque longe do pé das plantas pois do contrario queimara ela uns 20 centímetros já ta bom

domingo, 25 de setembro de 2016

Germinação na teoria

A germinação é uma seqüência de eventos fisiológicos influenciada por fatores externos (ambientais) e internos (dormência, inibidores e promotores da germinação) às sementes: cada fator pode atuar por si ou em interação com os demais. Nesta edição vamos elucidar apenas a influência dos fatores ambientais sobre a germinação.
A germinação é um fenômeno biológico que pode ser considerado pelos botânicos como a retomada do crescimento do embrião, com o subseqüente rompimento do tegumento pela radícula. Entretanto, para os tecnólogos de sementes, a germinação é definida como a emergência e o desenvolvimento das estruturas essenciais do embrião, manifestando a sua capacidade para dar origem a uma plântula normal, sob condições ambientais favoráveis.
Em síntese, tendo-se uma semente viável em repouso, por quiescência ou dormência, quando são satisfeitas uma série de condições externas (do ambiente) e internas (intrínsecas do indivíduo), ocorrerá o crescimento do embrião, o qual conduzirá à germinação. Por isso, do ponto de vista fisiológico, germinar é simplesmente sair do repouso e entrar em atividade metabólica.
Dentre os principais fatores que afetam a germinação pode-se citar: a luz, a temperaturas disponibilidade de água e o oxigênio.
Referente à sensibilidade luminosa, existe uma ampla variação nas respostas germinativas. No início do século XX foi descoberto que a germinação de algumas espécies era inibida pela luz, enquanto que em outras a germinação era promovida.
Algumas sementes germinam somente com extensa exposição à luz e outras com breve exposição apesar de muitas se apresentarem indiferentes à luminosidade. Certas sementes germinam somente no escuro e outras necessitam de um longo ou curto fotoperíodo diário.
A germinação não está apenas relacionada com a presença ou ausência de luz mas também com a qualidade de luz. A qualidade de luz durante a maturação da semente é um importante fator controlador da germinação.
Em geral, os fatores luz e temperatura não tem ação independente sobre a germinação de sementes. Assim, a temperatura exerce um importante papel na germinação de sementes fotossensíveis (sensíveis à luz)
Com relação à temperatura, esta pode afetar as reações bioquímicas que determinam todo o processo germinativo.
As sementes apresentam capacidade germinativa em limites bem definidos de temperatura, variável de espécie para espécie, que caracterizam sua distribuição geográfica.
Assim, a germinação de uma semente depende da temperatura. No estudo dessa dependência é de grande interesse ecofisiológico a determinação das temperaturas mínima, ótima e máxima. A temperatura ótima pode ser aquela em que a maior germinação é alcançada no menor tempo. As temperaturas extremas (abaixo e acima da temperatura ótima) são aquelas onde as sementes não conseguem germinar mais.
Há espécies que respondem bem tanto à temperatura constante como à alternada. A alternância de temperatura corresponde, provavelmente, à uma adaptação às flutuações naturais do ambiente.
Para a maioria das espécies tropicais a temperatura ótima de germinação encontra-se entre 15 e 30ºC. A máxima varia entre 35 e 40ºC, podendo a mínima chegar ao ponto de congelamento. De maneira geral, temperaturas abaixo da ótima reduzem a velocidade de germinação, resultando em alteração da uniformidade de emergência, talvez em razão do aumento do tempo de exposição ao ataque de patógenos. Por outro lado, temperaturas acima da ótima aumentam a velocidade de germinação, embora somente as sementes mais vigorosas consigam germinar.
Entre os fatores do ambiente, a água é o fator que mais influencia o processo de germinação. Com a absorção de água, por embebição, ocorre a reidratação dos tecidos e, consequentemente, a intensificação da respiração e de todas as outras atividades metabólicas, que resultam com o fornecimento de energia e nutrientes necessários para a retomada de crescimento por parte do eixo embrionário.
Por outro lado, o excesso de umidade, em geral, provoca decréscimo na germinação, visto que impede a penetração do oxigênio e reduz todo o processo metabólico resultante.
A velocidade de absorção de água varia com a espécie, com o número de poros distribuídos sobre a superfície do tegumento, disponibilidade de água, temperatura, pressão hidrostática, área de contato semente/água, forças intermoleculares, composição química e qualidade fisiológica da semente.
O movimento da água para o interior da semente é devido tanto ao processo de capilaridade quanto de difusão e ocorre do sentido do maior para o menor potencial hídrico.
Assim sendo, a embebição é essencialmente um processo físico relacionado às características de permeabilidade do tegumento e das propriedades dos colóides que constituem as sementes, cuja hidratação é uma de suas primeiras conseqüências.
O conhecimento de como os fatores ambientais influenciam a germinação das sementes é de extrema importância. Assim, eles poderão ser controlados e manipulados de forma a otimizar a porcentagem, velocidade e uniformidade de germinação, resultando na produção de mudas mais vigorosas para plantio e minimização dos gastos.

Fonte: Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais