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O SUPER FOSFATO SIMPLES, também conhecido como apenas Super Simples (SS), é um adubo mineral granulado para aplicação no solo, rico em fósforo, contendo também enxofre e cálcio.
Influi positivamente na robustez das plantas, no enraizamento e na resistência à doenças, além de ser nutriente responsável pela reação que promove a respiração e a fotossíntese, fundamental para aquisição de energia pelas plantas. É ainda parte do ácido desoxirribonucleico (DNA), responsável pela transmissão de caractéres hereditários, auxiliando também na flocação, frutificação e desenvolvimento do sistema radicular dos vegetais.
No peito , na parte com mais carne, 0,5 ml adultos , 0,2 ml franguinhos....aves bem maiores até 1 ml .... use seringa de insulina, agulha mais fina , machuca menos a ave e vc pode por a agulha toda visto que é menor que as demais... incline ela a 45° sentido peito à cabeça e aplique devagar para o líquido ir penetrando suave e não aver riscos de retornar ... não precisa usar uma nova seringa cada vez na mesma ave....pode usar a mesma, desde dê quê vc a desinfete lavando bem secando e aplicando álcool gel na mesma até a próxima aplicação na mesma ave ...mas o melhor com certeza é vacina.
Para adubar a terra aconselho a usar 4 porções de terra para cada 1 porção de esterco curtido!
Encontram-se nessa categoria os estercos provenientes de bovinos, equinos,caprinos, suínos, ovinos, coelhos e aves. A composição química varia com a idade raça e alimentação. Animais que recebem ração, geralmente produzem estercos mais ricos. Espera-se que o esterco proveniente de bovinos de leite, origine um composto de melhor qualidade do que o de bovino de corte, devido a alimentação que receba. Por essas razões deve-se procurar obter o esterco sempre do mesmo fornecedor.
Embora-se as minhocas se alimentam de resíduos diversos, os estercos tem sido considerados a principal fonte. São materiais ricos em nitrogênio, por isso são utilizados para baixar a realação C/N e acelerar o processo de decomposição. Pode ser utilizado estreco puro ou misturado aos resíduos vegetais, na proporção de duas partes de estercos para uma de resíduo vegetal. Quanto menor a relação C/N dos resíduos, maior necessidade de estercos.
O esterco de galinha deve-se ser utilizado com prudência, uma vez que aquece com facilidade e rapidez quando empregado em grandes quantidades.
Nunca deve-se lavar o esterco no intuito de retirar o exesso de urina. Com esse procedimento grande quantidade de dos elementos minerais são perdidos, empobrecendo o substrato que dará origem ao vermicomposto.
Fonte: Embrapa
Meio quilo de Húmus por metro quadrado
5 litros de areia por metro quadrado
200 gramas de calcario
Para um canteiro de dois metros por um de largura coloque um quilo de esterco de codorna se for de galinha coloque dois quilos e mecha a terra depois coloque quatrocentas gramas de adubo químico e polvilhe antes de tudo isso calcário para tirar a acidez, daí é só plantar o que quiser é recomendado que aguarde uns 20 dias.

Nitrogênio (N):
Tem ação na parte verde da planta, as folhas. É um dos principais componentes das proteínas vegetais, sem ele as plantas não podem realizar a fotossíntese nem a respiração. Atua no crescimento e nas brotações da planta. Sem nitrogênio, a planta não cresce normalmente, se torna pequena e com um menor número de folhas.
Como perceber se está faltando: A presença de folhas amareladas é um bom indício de falta de nitrogênio.
Onde encontrar:
Químicos: Ureia, Sulfato de Amônio, Salitre do Chile e adubos compostos com grande percentual de N, como NPK 20.05.20.
Orgânicos: Esterco bovino e de aves, húmus de minhoca e farinha de peixe.
Fósforo (P):
Atuando principalmente na floração e na maturação e formação de frutos, no crescimento das raízes e na multiplicação das células, o fósforo é essencial às plantas e deve estar presente em uma forma inorgânica simples para que possa ser assimilado.
Como perceber se está faltando: Atraso no florescimento, flores quebradiças e pequeno número de frutos e de sementes.
Onde Encontrar:
Químicos: Superfosfatos, Termofosfatos e adubos compostos com alto percentual de P, como NPK 04.14.08.
Orgânicos: Farinha de ossos e Farinha de peixe.
Potássio (K):
Essencial para o crescimento e responsável pelo equilíbrio de água nas plantas. Atua no tamanho e na qualidade dos frutos e na resistência a doenças e falta de água.
Como perceber se está faltando: Crescimento lento, raízes pouco desenvolvidas, caules fracos e muito flexíveis e formação de sementes e frutos pouco desenvolvidos.
Onde Encontrar:
Químicos: Cloreto de Potássio, Sulfato de Potássio e em adubos compostos com alto percentual de K, como NPK 20.05.20.
Orgânicos: Cinza de madeira e esterco bovino.
Micronutrientes Principais
Cálcio (Ca):
Principal componente da parede celular, é importante para a formação de novas células, desenvolvimento de frutos, raízes e caules.
Como perceber se está faltando: Frutos deformados e manchados, pontas murchas e retorcidas nas folhas mais novas, raízes fracas e mal formadas.
Onde Encontrar:
Químico: Calcáreo dolomítico.
Orgânicos: Farinha de ossos, cinza de madeira.
Magnésio (Mg):
Principal componente da molécula de clorofila, o magnésio é fundamental para a fotossíntese.
Como perceber se está faltando: As folhas mais velhas ficam sem coloração, apesar das nervuras permanecerem verdes.
Onde Encontrar:
Químico: Calcáreo dolomítico
Orgânicos: Cinza de madeira e húmus de minhoca.
Enxofre (S):
Participa ativamente da fotossíntese.
Como perceber se está faltando: Na sua falta, as folhas não se desenvolvem bem e caem com facilidade, vão perdendo a cor verde e ficando com uma tonalidade avermelhada. Ocorre diminuição no volume de flores e na produção de frutos.
Onde Encontrar:
Químicos: Sulfato de Amônio, Superfosfato Simples.
Orgânicos: Esterco de frango e de boi.
Micronutrientes Secundários
Boro: Atua na formação dos frutos que, em sua falta, tornam-se feios e deformados. Há reflexos também nas folhas novas, que se tornam deformadas e caem. As raízes escurecem e podem morrer.
Cloro: Atua nas reações hídricas da planta. Normalmente presente nos solos, costuma ser desnecessário na adubação.
Cobre: Age nas folhas, no processo de fotossíntese. Na sua falta, as folhas mais novas ficam com as pontas enroladas.
Ferro: É um componente importante na formação da clorofila. A deficiência de ferro causa a perda da cor verde das folhas, que vão adquirindo uma tonalidade amareloesbranquiçada.
Manganês: Também atua na formação da clorofila, e sua falta pode causar mudança de coloração entre as nervuras das folhas.
Zinco: Faz parte da formação de enzimas responsáveis pelo crescimento celular, sua falta pode fazer com que as folhas novas não se desenvolvam corretamente.
Molibdênio: Sem ele, a planta não consegue absorver o nitrogênio.
Há uma mistura básica indicada para o cultivo de espécies ornamentais que é o seguinte:
Básico:
Uma parte de terra comum de jardim
Uma parte de terra vegetal
Uma parte de areia
Algumas espécies exigem substratos de composições diferentes dentre os mais comuns estão:
Argiloso:
Duas partes de terra comum de jardim
Duas partes de terra vegetal
Uma parte de areia
Arenoargiloso:
Uma parte de composto orgânico (Humús)
Uma parte de terra comum de jardim
Uma parte de terra vegetal
Uma parte de areia
Arenoso:
Uma parte de terra comum de jardim
Uma parte de terra vegetal
Duas partes de areia
Rico em matéria orgânica:
Duas partes de composto orgânico (Humús)
Uma parte de terra comum de jardim
Uma parte de terra vegetal
O solo é fator determinante. Geralmente, quando as plantas adoecem, falta-lhes algum alimento essencial, ou o solo contém algum elemento químico que impede a absorção de nutrientes pelas raízes.
O que as deixa verdinhas, mas nem sempre saudáveis, é o elemento Nitrogênio. O que pode prejudicar a absorção de nutrientes pelas raízes é o alumínio. Vou explicar as duas hipóteses e fornecer uma solução para você.
Se o problema é falta de nitrogênio - o elemento mais consumidos pelas plantas - faça o seguinte:
Em uma loja de produtos agrícolas - ou floriculturas - adquira 1kg de uréia - ou mais, dependendo da quantidade de plantas que você tem. A uréia contém, em média, 50% de Nitrogênio. Ela é vendida na forma de grãozinhos brancos. Coloque uma colher de chá dos grãos de uréia em volta do vaso ou da terra onde a planta está. ATENÇÃO: Não deixe a uréia encostar na planta, pois é muito forte a reação dela com a água, e sua planta pode morrer!
Molhe em seguida. Em 2 ou 3 dias você verá suas plantas verdinhas. Se quiser uma reação mais rápida, faça o seguinte:
Pegue 1 litro dágua e coloque numa bombinha tipo aspersor, que fazem aquela nuvem dágua quando pressionadas. Coloque 10g (dez gramas) de uréia e agite bem até tudo ficar bem dissolvido na água. A mistura fica ligeiramente gelada pela reação química. Não coloque mais do que isso, senão as plantas podem ter as folhas queimadas.
A proporção de uréia para a pulverização foliar (nas folhas) é de 1 a 2%. Sempre recomendo usar 1%, para evitar problemas com plantas mais sensíveis.
Pulverize as folhas das plantas logo pela manhã ou à tardinha, para o sol não queimar as folhas com uréia sobre elas. Em seguida, molhe bem o solo onde as plantas estão. Em questão de horas você verá suas plantas verdinhas novamente. Mas, assim que elas consumirem o Nitrogênio aplicado, começam a perder o viço.
OBS: Ao adquirir uréia, o elemento químico Nitrogênio tem o símbolo "N", e deve estar acompanhado da seguinte inscrição na embalagem:
Uréia - N=50% (ou algo em torno disso, pouco mais, pouco menos). A lei exige que tal indicação esteja presente na embalagem e é a garantia mínima da existência do elemento no adubo químico.
Se puder, adquira - ou peça para algum conhecido - um pouco de esterco de galinha, ou 'cama de frango', como é conhecida a forragem feita com serragem nas granjas de frango. Coloque uma colher de sopa desse esterco ao redor das plantas. Mas, tome cuidado porque contém muito Nitrogênio também. Molhe suas plantas em seguida. O esterco de galinha é excelente, porque contém outros nutrientes além do Nitrogênio.
SOBRE O SOLO:
Se existir algum traço de alumínio no solo, as plantas não conseguem retirar os nutrientes para sua sobrevivência. Existem outros fatores também, como bactérias e fungos nas raízes. Mas, nestes casos, é melhor consultar um agrônomo, que lhe indicará o veneno ou fungicida adequado, bem como lhe ensinará como usa-los com segurança.
Mas, se existir alumínio no seu solo, a solução é simples e muito barata: cal.
Regra geral:
1) Vasos pequenos: meia colher de sopa rasa
2) Vasos médios: Uma colher de sopa rasa
3) Vasos grandes: 2 colheres de sopa rasas
Espalhe a cal sobre a terra e molhe em seguida. O alumínio presente no solo reagirá com a cal e não vai mais atrapalhar suas plantas na hora da alimentação delas.
Se quiser ter um solo bom para qualquer planta, adquira húmus de minhoca e misture uma parte de húmus com 1 parte de terra vegetal.
Se quiser fazer um bom solo em casa, aproveite todos os restos de cozinha, como cascas de cebola, de batata, cenoura, folhas, etc - menos pedaços de carne. Enterre tudo num canto do quintal e cubra com terra. Mantenha aquele pedaço de terra sempre úmido. Podem aparecer algumas minhocas, o que é um bom sinal. Depois de 40 dias, verifique se ainda existem pedaços inteiros. Se houver, enterre novamente e espere mais um pouco, até que se desintegrem bem. Depois, é só pegar essa terra e colocar nos vasos.
DOENÇAS
Se puder, arranque uma ou outra plantinha mais doente e verifique as raízes. Se existirem raízes pretas ou com alguns bichinhos brancos grudados nelas, o problema é outro.
Às vezes, se a infestação não for muito grande, lavando as raízes em água corrente já é suficiente. Enterre a planta em seguida. Se o problema for fungos, que deixam as raízes pretas, pode-se deixa-las de molho em um produto (pó) chamado Cuprofix - ou semelhante, à base de cobre. Tal produto também é vendido em boas floriculturas e casas de produtos agrícolas.
Leia as instruções do rótulo e prepare uma calda conforme as instruções. Mergulhe as raízes da planta doente - se for o caso que eu citei acima - de molho por 30min.
Retire a raíz da calda e bata levemente para sair um pouco do produto. Enterre novamente. Molhe bem a planta em seguida.
Se for doença causada por fungos e se sua planta não estiver em estado terminal, ela conseguirá se recuperar rapidamente.
Se houverem bichinhos brancos nas raízes, basta esfregar cuidadosamente as raízes, de preferência em local não muito iluminado, e lava-las bem. A planta, se já não estiver morrendo mesmo, pode se recuperar.
Também: hoje já existem estudos comprovando a eficácia de remédios homeopáticos aplicados em plantas doentes. Mas, por falta de espaço, é difícil explicar quais seriam os medicamentos adequados para cada caso.
Porém, como regra geral - para que as plantas cresçam com vigor e com saúde - em casos já estudados, você pode fazer o seguinte:
Adquira o medicamento "Carbo Vegetabilis C100 - líquido" em uma farmácia homeopática. Compre uma bombinha nova para pulverizar suas plantas. NUNCA USE OUTROS PRODUTOS NA BOMBINHA QUE USARÁ PARA A HOMEOPATIA - O medicamento homeopático pode perder a eficácia. Também, não deixe o medicamento homeopático perto de aparelhos elétricos, ou ao sol, nem perto de imãs.
Depois, coloque água limpa, sem cloro, na bombinha. Pingue 5 gotas do medicamento. Feche a tampa e agite um pouco. Pulverize sobre as plantas. Pode rega-las com essa água também. Na homeopatia, a quantidade do medicamento não é indicação de efeito maior. Por isso, 5 gotas bastam numa bombinha de até 1 litro. Esse não é um remédio para curar doenças: ele serve para dar vigor às plantas. Regue suas plantas com o remédio homeopático 3 vezes por semana, até terminar o vidro. Se elas reagirem bem, já foi o suficiente para, pelo menos, 6 meses de boa saúde.
Para fazer a terra para sementeira mistura uma parte de Húmus de minhoca para três de substrato, irei testar uma parte de Húmus para três de Terra normal retirada do quintal.
Você mora em um apartamento, quer cultivar temperos e acredita que não pode por conta do espaço limitado? Na verdade, não é tão complicado quanto parece.
Tudo é uma questão de disposição e de levar em conta alguns pontos básicos para transformar esse projeto em realidade.
1. Busque pelos raios de sol
Para começar, avalie onde as plantas terão melhor condições de crescer na hora de escolher o lugar de sua horta.
"Fique parado no ponto exato (onde quer posicionar a horta). Olhe para o céu e se pergunte: posso ver o sol daqui?", recomenda Carol Hartsell, colunista do site The Huffington Post.
A maioria dos vegetais pede umas boas seis horas de luz do sol. Mas a especialista destaca que, se o lugar recebe menos do que seis horas por dias, é possível tentar, mas levando em conta que não será o ideal para que tomates, berinjelas, pimentões e outros vegetais que precisam de muita luz produzam frutos.
E atenção: se o local recebe muito sol, também não é bom, pois há o risco das folhas ficarem queimadas.
2. Vasos e altura
Uma vez escolhido o local "perfeito", vá em busca dos recipientes para plantar.
Evite os vasos sem furos, pois as plantas precisam que a água escorra. Também é preciso que tenham uma boa profundidade para que as raízes possam crescer.
O blogueiro Raúl Mannise, do site Ecocosas, lembra que "uma planta é como um iceberg: tem uma parte que vemos e outra que não" e destaca que o recipiente deve ser adequado para cada tipo de planta, porque nem todas as raízes crescem da mesma forma.
Segundo o site Facilísimo.com, com vasos de 7 a 15 centímetros de profundidade, é possível plantar quase tudo, pois "as raízes não precisam de mais espaço que isso se têm água, nutrientes e terra suficientes".
3. Pense na terra
Escolher a terra não deve ser uma decisão tomada de qualquer maneira. "Sem pensar nisso, você não terá uma colheita excelente", diz Hartsell.
Isso porque as plantas precisam de uma base rica em nutrientes. O blog Vidanaturalia aconselha combinar vários tipos de fertilizantes e substratos, pois cada um tem características particulares e aplicações específicas.
"Escolher mal um substrato é uma das principais causas para o surgimento de diversos problemas na hora de cultivar sua própria horta urbana", diz o site, segundo o qual se deve recriar com a terra as condições do ecossistema original da planta.
A terra também deve ser esponjosa para permitir a entrada de oxigênio e conservar uma boa umidade.
4. Sementes ou brotos?
Se você não é um especialista em jardinagem e quer ver resultados mais rápidos, o melhor é começar com brotos.
Isso não é possível com alguns legumes, como a cenoura e o nabo, mas sim com alfaces, tomates e cebolas.
Na hora de plantá-los, o site Facilísimo.com alerta para o cuidado para não danificar as raízes. Por isso, abra buracos suficientemente grandes.
"Depois, pressione ligeiramente o substrato ao redor da planta e regue", aconselha.
5. Água...
Nem todas as plantas pedem a mesma quantidade de água ou o mesmo tipo de rega. Algumas exigem que se pulverizem as folhas. Outras, apenas as raízes devem ser molhadas.
"Os tomates necessitam de muita água, por exemplo, mas gostam de ficar um pouco secos entre uma rega e outra", esclarece Hartsell.
O site Facilisimo.com recomenda instalar um sistema de rega por gotejamento, pois "assim saberá quando começa e termina a irrigação".
Outro ponto é levar em conta as épocas do ano, porque, de acordo com os níveis de umidade e temperatura do ambiente, as plantas precisam de mais ou menos água.
6. ...e comida
As plantas também precisam de fertilizantes. Os mais recomendados são os balanceados, bons tanto para flores quanto para vegetais, conhecidos como NPK. Eles contêm nitrogênio, fósforo e potássio.
Estes três compostos devem estar presentes na terra para que as plantas se alimentem e construam seus tecidos. Outro indispensável é o carbono, mas, hoje em dia, ele existe de sobra no ar das cidades.
7. Conheça seus amigos e inimigos
Suas plantas receberão visitas, e é uma questão de detectar a tempo se são inimigos ou amigos.
Os pulgões são um mau sinal, porque são parasitas que podem acabar com a horta. Já as joaninhas e abelhas podem ser grandes aliadas.
Um dos alimentos preferidos das joaninhas são justamente os pulgões, por isso elas são ótimos inseticidas naturais.
Por fim, pense nas plantas que mais gosta e comece por elas. Isso aumenta as chances de persistir em seu cultivo caseiro.
1. Manejo da Horta e Prevenção de Pragas
Em agricultura orgânica sempre se busca o equilíbrio ecológico e a prevenção de problemas que afetam a saúde das plantas. Através do uso de algumas técnicas simples é possível reduzir a presença de pragas e doenças. Nesse sentido, é importante lembrar de fatores de produção que servem para enfrentar esse problema:
Manejo correto do solo e adubação orgânica, com fornecimento equilibrado de nutrientes para as plantas;
Manejo da água e da umidade (irrigação bem feita e drenagem se for preciso, no caso de solo que tem facilidade de encharcar);
Uso de rotação e consorciação de culturas; Diversificação (plantio de vários tipos de plantas); Respeito do espaçamento e da época certa de plantio; Uso de quebra ventos, quando necessário;
Limpeza manual das plantas doentes e eliminação do material que foi retirado;
Manejo correto das plantas nativas; Eliminação de hospedeiros; Armadilhas luminosas; A escolha de plantas resistentes;
2. Receitas de Defensivos Naturais
Mesmo com boas práticas de manejo da horta, pode ter ataques de insetos ou doenças na plantação. Muitos produtores usam os agrotóxicos para prevenir e combater estes ataques. Estes produtos são perigosos, tanto para a saúde do/a agricultor/a como do consumidor e também para a Natureza. Eles matam não só as pragas, mas também as minhocas e os insetos bons. Além disso, os agrotóxicos são caros!
Existem defensivos naturais que também combatem as pragas e doenças sem prejudicar ninguém. Mas, é importante lembrar ainda que até os defensivos naturais devem ser aplicados sempre na quantidade e freqüência certa e somente quando necessário.
Se encontra um monte de receitas usando defensivos naturais, com vários modos de usar e varias concentrações; se for a primeira vez que se usa uma receita é melhor testá-la numa parte só da horta para comprovar o efeito da dosagem sem correr risco de queimar as hortaliças.
Por fim, sempre lembre que mesmo não sendo agrotóxico, defensivo natural é produto ativo e tem que deixar pelo menos dois dias passar depois da aplicação para poder colher as hortaliças.
Farinha de Trigo com Detergente
Dissolver 1kg de farinha de trigo em 20 litros de água, junto com 500 ml (meio litro) de detergente neutro.
Pode-se usar na hora. Aplicar de manhã em cobertura total nas folhas. O seu emprego é favorável em dias quentes e secos, com sol. Mais tarde, as folhas secando com o sol, formam uma camada que envolve as pragas e cai com o vento.
Indicações: pode servir para combater a mosca branca, ácaros, pulgões e lagartas na horta, por exemplo, nos pés de tomates.
Pimenta Malagueta
Bater 500 g de pimenta vermelha (malagueta) em um liquidificador com 2 litros de água até a maceração total. Coar o preparado e misturar com 5 colheres (sopa) de sabão de coco em pó, acrescentando então mais 2 litros de água (dá 4 litros no total).
Indicações: pulverizar sobre as plantas atacadas por pulgões, vaquinhas, grilos e lagartas. Fazer a colheita depois de pelo menos 12 dias, para evitar que os frutos fiquem com cheiro forte.
Folha do Nim (Azadirachta indica)
Misturar 250g de folhas e ramos verdes picados com 20 litros de água. Deixar repousar as folhas na água de um dia para outro. Coar e pulverizar.
Indicações: O nim serve de repelente para uma grande variedade de insetos, inclusive lagarta, besouro, percevejo (Maria-fedida), pulgão, barbeiro, mosca branca, cochonilha, mosca do chifre, gafanhoto, nematóide, grilo, barata.
Fumo
Misturar 250g de fumo com 20 litros de água. Deixar de molho pelo menos 24h horas.
Indicações: o fumo é excelente inseticida tendo ação de contato contra pulgões, vaquinhas, cochonilhas, lagartas e outras pragas.
A colheita do vegetal tratado deve ser feita, somente 3 dias após a aplicação do fumo. Não deve ser empregado o fumo em plantas da família da batata ou tomate (Solanaceae).
Alho
Dissolver um pedaço de sabão de coco do tamanho de um polegar (50 g) em 4 litros de água. Juntar 2 cabeças picadas de alho e 4 colheres de pimenta vermelha picada. Coar com pano fino e aplicar.
Indicações: O alho é um bom repelente de insetos, bactérias, fungos, nematóides e serve de inibidor de digestão de insetos.
Urina de vaca
Deixar curtir a urina de vaca uns 4 dias num recipiente fechado, depois misturar 100ml com 20 litros de água.
Indicações: Serve, principalmente, para combater ataques de moscas, pulgões, e lagartas nas verduras. Ao mesmo, tempo serve como adubo.
Angico
Deixar 1 Kg de folhas e vagens de angico de molho em 10 litros de água durante 5 a 8 dias. Coar, misturar 1 litro com 5 a 10 litros de água, e pulverizar.
Indicações: pulgões, lagartas, formigas, outros.
3. Plantas Companheiras
O plantio de linhas de plantas companheiras pode ser benéfico em pequenas áreas para espantar alguns tipos de pragas. Entre outras, são conhecidos os efeitos repelentes das seguintes plantas, bastante comuns:
3. Plantas Benéficas
Na vegetação natural tem plantas que servem de abrigo e reprodução de insetos que se alimentam de outros insetos. O manejo correto destas ervas e da adubação verde permitirá um controle natural de algumas pragas.
Dentre as plantas que servem para o manejo ecológico, está o sorgo granífero. No caso do sorgo, suas panículas em flor favorecem o abrigo e a reprodução de insetos e ácaros benéficos, como o percevejo Orius Insidiosus, predador de lagartas, ácaros e trips da cebola.
Alecrim repele borboleta da couve e moscas da cenoura; Hortelã repele formigas, ratos e borboleta da couve; Mastruz repele pulgões e outros insetos; Urtiga repele percevejo do tomate;
Outras plantas como a erva-cidreira e o girassol são também indicadas para repelir pragas dos cultivos;
O gergelim é outra planta útil, que é cortado e levado pelas saúvas (formigas cortadeiras, Atta sp.), intoxicando o fungo do qual elas se alimentam.
5. Exemplos de Consórcios (Plantas que Podem ser Plantadas Juntas)
PlantaGosta Não gosta
JerimumMilho, vagem, amendoim, cenoura e girassol
Cenoura, rabanete, couve, pepino, beterraba, cebola e tomate
Alface, beterraba, tomate e couve
Jerimum, mandioca e milho
Feijão
Cebola, alface, ervilha, e couve
Cenoura, beterraba, tomate, couve e alface
Cenoura e couve
Ervilha, alface, cebola, cebolinha, tomate, rabanete, couve, feijão, alecrim e hortelão
Alface, batatinha, beterraba, rabanete, cebola, cenoura, feijão, hortelã, alecrim e cebolinha
Alface
Alho
Amendoim Berinjela
Beterraba
Cebola Cebolinha
Cenoura
Couve/ repolho
Batatinha e beterraba
Salsa e girassol
Ervilha e feijão -
Feijão, trepador e milho
Ervilha e feijão
Ervilha e feijão
Tomate e vagem
Erva-doce, alho, cebola e tomate
PlantaGosta Não gosta
Feijão
Fava
Girassol
Maxixe/ chuchu
Milho
Pepino
Quiabo Rabanete
Tomate
Milho, batatinha, cenoura, pepino, couve, repolho, alface, beterraba, rabanete e alecrim
Alcachofra
Pepino, feijão, jerimum e milho
Quiabo e milho
Jerimum, feijão, batata, ervilha, pepino, melancia, melão, girassol, rabanete, quiabo, maxixe, chuchu, mostarda e feijão de porco
Girassol, feijão, milho, ervilha, alface, e rabanete
Girassol, feijão, milho, ervilha, alface e rabanete
Ervilha, pepino, cenoura, milho, alface e couve
Cebola, cebolinha, cenoura, erva-cidreira, hortelã, urtiga, manjericão, cravo de defunto, couve e alface
Erva-doce, alho, cebola e tomate
-Batatinha
Beterraba
Batata, tomate e ervas de tempero
Batatinha, erva-doce, repolho, pepino e feijão
Fontes de Consulta http://www.ambientebrasil.com.br/composer.php3?base=./agrop ecuario/index.html&conteudo=./agropecuario/artigos/controlepr agas.html
AMAS/CCM, STR; Apostila: Alternativas agroecológicas para o Município de Brejo da Madre de Deus-PE; 2003
Souza, Jacimar Luiz de ; Manual de horticultura orgânica; Viçosa : Aprenda Fácil; 2003.
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O manejo da horta dá um pouco de trabalho, mas rende bem e fornece uma alimentação saudável e diversificada. Então, não perca a coragem.
Boa sorte a todos e todas e não esqueça: A GENTE APRENDE MUITO OBSERVANDO E COPIANDO A NATUREZA.
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DEFENSIVO DE FUMO
RECEITA 1: controle de pulgões, cochonilhas e grilos.
Fumo – 2 pacotes
Água – 0,5 litro
Colocar o fumo de molho na água durante um dia. No momento de pulverizar as plantas utilizar a dosagem de 500 ml do preparo para 20 litros de água no pulverizador.
RECEITA 2: controle pulgões, lagartas, percevejos e mariposas.
Fumo – 5 cm de fumo de corda
Álcool – 1 litro
Água – 1 litro
Picar o fumo, juntar a água e o álcool deixar curtir por 24 horas (um dia). Diluir 1 litro da mistura para 20 litros de água.
RECEITA 3: para controle de pulgões, cochonilhas e grilos.
INGREDIENTES: fumo de corda – 15 a 20 cm
Água – 1 litro
Coloque o fumo em corda deixando de molho durante 24 h. Aplicação: coar, e para cada 19 litros da água, use 500 ml do produto.
RECEITA 4: controle de lagartas e pulgões em plantas frutíferas e hortaliças.
INGREDIENTES: fumo de corda – 100 g
Álcool – 1 litro
Sabão de coco – 100 g
Misture 100 g de fumo em corda cortado em pedacinhos com 1 litro de álcool. Junte 100 g de sabão e deixe curtir por 2 dias. Aplicação: para pulverizar plantas utilize 1 copo do produto em 15 litros de água.
RECEITA 5: controle de vaquinhas, pulgões, cochonilhas, lagartas.
INGREDIENTES: fumo de corda – 10 e 15 cm
Álcool – 500 ml
Água – 500 ml
Sabão de coco – 100 g
Corte o fumo em pequenos pedaços e junte a água e o álcool. Misture em um recipiente deixando curtir durante 15 dias. Decorrido esse tempo, dissolva o sabão em 10 litros de água e junte com a mistura já curtida de fumo e álcool. Aplicação: pode ser aplicado com pulverizador ou regador.
RECEITA 6: controle de pulgões, vaquinhas, cochonilhas.
INGREDIENTES: querosene – 100 ml
Sabão em pó – 3 colheres (sopa)
Fumo – 1 litro de calda
Água – 10 litros
Para o preparo da água de fumo coloque 20 g de fumo de corda e picado em 1 litro de água, fervendo essa mistura durante 30 minutos. Após, côa-la em pano fino, adicione 3-4 litros de água limpa e utilize o produto obtido no mesmo dia. Em seguida, aqueça 10 litros de água e junte os 100 ml de querosene e as 3 colheres (sopa) de sabão em pó. Deixe resfriar em temperatura ambiente e adicione então 1 litro de calda de fumo.
RECEITA 7: controle de pulgões, lagartas e trips.
INGREDIENTES: Folhas de fumo – 1 kg
Água – 15 litros
Juntar as folhas de fumo e os 15 litros de água por 24 h. Preparo: a solução é coada e adicionada em um pouco de sabão. Aplicação: pulverizar conforme a receita acima ou no solo na forma de pó feito com folhas secas ou pedaços de folhas colocadas no chão em cobertura.
RECEITA 8: controlar brocas em arvores frutíferas.
INGREDIENTES: fumo picado – 100 g
Água – 2 litros
Ferver o fumo na água por 20 minutos. Juntar este extrato com pasta sulfocálcica e pincelar sobre os furos das brocas.
Obs.: – Não usar no tomate e batata;
– Os preparos que somente utiliza água devem ser utilizados no mesmo dia, o produto perde o efeito se guardado por mais de 8 horas;
– Somente 3 dias após a aplicação do fumo deve-se fazer a colheita;
– Os preparos feitos à base de álcool podem ser armazenados desde que protegidos à luz solar com jornal etc. (duram até 6 meses).
DEFENSIVO DE QUEROSENE E SABÃO
INGRENDIENTES: sabão de coco – 200 g
Querosene – 1 litro
Água – 1 litro
Pegar as 200 gramas de sabão de coco e desmanchar em 1 litro de água quente. Depois, na mistura ainda quente, acrescente 1 litro de querosene.
RECEITA 1: controle de lagartas
Usar 200 ml (copo americano) do produto e acrescentar 20 litros de água para aplicar em pulverização.
RECEITA 2: controle de cochonilhas, pulgões, ácaros, mosca-da-fruta, percevejo.
Usar 1 litro do produto para 19 litros de água e pulverizar as plantas.
Obs. : – Para aplicação em pincelamento de caules, engrossar a calda adicionando farinha de trigo.
DEFENSIVO COM ÁGUA DE SABÃO
FUNÇÃO: O sabão serve para repelir os insetos como pulgão, cochonilhas e lagartas.
INGREDIENTES: sabão de coco – 1 Kg (5 barras – 200 g)
Água – 5 litros
Lacere 1 Kg ou (5 barras – 200 g) do sabão para desmanchar em 5 litros de água quente mexendo bem. Aplicação: acrescentar 15 litros de água. Pulverizar esta mistura imediatamente sobre as plantas.
DEFENSIVO DE ÁGUA COM CINZA
FUNÇÃO: A cinza originada da queima de madeira ou lenha contém potássio e outros minerais, que além de fertilizante serve como repelente de pragas.
RECEITA 1: controle de lagartas e vaquinhas.
Cinza de madeira – 9 copos
Cal virgem – 9 copos
Água – 18 litros
A cinza deve ser colocada em água, deixando repousar por, pelo menos, 24 horas. Em seguida, misturada com a cal virgem e coada. Pulverizar sobre as plantas.
RECEITA 2: controle de insetos sugadores e larva minadora.
Cinza de madeira – 9 coposÁgua – 18 litros
Querosene – 300 ml
Misturar a cinza a água e deixar descansar por 24 horas. Coar e acrescentar 300 ml de querosene. Misturar e pulverizar sobre as plantas.
RECEITA 3: controle de lagartas e pulgões.
Cinza de madeira – 2 kg
Água – 10 litros
Deixar a mistura descansar por 1 dia. Depois de pronto coar e pulverizar sobre as plantas.
RECEITA 4: para prevenir doenças das raízes de repolho, couve, beterraba, etc.; polvilhar cinza fortemente ao redor das plantas. Para proteger árvores do ataque de brocas, faça uma pasta de cinza e água e reboque os troncos.
DEFENSIVO DE CINZA E CAL / QUEROSENE
RECEITA 1: controlar barbas, algas, liquens e musgos em frutíferas.
INGREDIENTES: cal virgem – 300 g
Cinza – 100 g
Água – 10 litros
Dissolver a cal na água e juntar a cinza. Mexer bem. Depois coar. Usar em pulverizações sobre as plantas, durante o inverno, após as podas.
Obs.: se pincelar nos troncos, não há necessidade de coar a mistura.
RECEITA 2: controla lagartas e vaquinhas.
INGREDIENTES: cinza – 2 copos e meio
Cal virgem – 2 copos e meio
Água – 19 litros de água
A cinza será colocada em água 24 h antes do preparo, deixando em repouso. Aplicação: após coar a solução, elimina-se a parte sólida e o liquido mistura-se com a cal virgem, e pulverizam-se as plantas.
RECEITA 3: controla insetos sugadores e larvas minadoras.
INGREDIENTES: cinza – 2 copos e meio
Querosene – 70 ml
Água – 19 litros
O preparo é o mesmo da receita 2, onde é trocado a cal virgem pelo querosene.
DEFENSIVO DE SAMAMBAIA
Esta samambaia é planta típica de solos ácidas facilmente encontradas em potreiros e áreas de pousio.
FUNÇÃO: Controlar pulgões e lagartas em hortas e lavouras.
INGREDIENTES: 500 gramas de folhas frescas de samambaia
2 litros de água
PREPARO: Colocar as folhas na água, levar ao fogo para ferver durante 30 minutos. Após isto, deixar descansar durante 24 horas. Aplicação: misturar 1 litro deste líquido para cada 10 litros de água e pulverizar sobre as plantas, usando pulverizador ou regador.
DEFENSIVO DE SABÃO E ÓLEO MINERAL
FUNÇÃO: controle de cochonilha, pulgões, lagartas e outros insetos.
INGREDIENTES: sabão de coco – 200 gramas
Óleo mineral – meio litro
Água – meio litro
Derreter o sabão na água quente e depois misturar ao óleo mineral. Aplicação: depois de pronto, usar 200 ml (copinho americano) da mistura em 20 litros de água, pulverizar as plantas. Repetir a pulverização a cada 15 dias.
DEFENSIVO DE ÓLEO DIESEL E SABÃO
FUNÇÃO: usado no controle de cochonilhas e pulgões.
INGREDIENTES: óleo diesel – 200 ml
Sabão de coco – 3 barras de 200 g
Água – 3 litros
Derreter o sabão na água quente e depois misturar ao óleo diesel. Aplicação: misturar o produto em 16 litros de água e pulverizar.
DEFENSIVO DE URTIGA
FUNÇÃO: serve como repelente para pulgões e lagartas em qualquer planta. Também como fortificante (dar força à planta).
INGREDIENTES: folhas da urtiga frescas – 500 g
Água – 1 litro
Colocar as 500 g de folhas frescas dentro de uma vasilha com 1 litro de água, esmagar bem e deixar descansar durante 2 dias. Aplicação: depois retirar a urtiga, colocar a solução em 10 litros de água e regar as plantas a cada 15 dias ou, em menores espaços de tempo, quando necessário.
Obs.: Trata-se da urtiga verdadeira que tem as folhas pequenas e tem uma substância que causa irritação. Ao colher a urtiga proteger às mãos com sacos plásticos, porque a planta provoca irritação na pele.
DEFENSIVO DE MANIPUEIRA
FUNÇÃO: combate formigas e nematóides.
FORMIGAS: coloca-se manipueira de mandioca diretamente no formigueiro.
NEMATÓDES: pulverizar as áreas atingidas com a manipueira pura.
DEFENSIVO DE URINA DE VACA
FUNÇÃO: controle de lagartas, formigas, cascudos, pulgões, cochonilhas e previne o ataque de algumas doenças.
INGREDIENTES: urina de vaca – 500 ml
Água – 20 litros
Coletar a urina, colocar em recipiente plástico fechado durante 3 dias, tempo necessário para que a uréia se transforme em amônia. Aplicação: diluir a urina na proporção de 200 ml de urina para 20 litros de água e pulverizar as plantas atingidas.
Obs.: – este produto deve ser aplicado de 15 em 15 dias;
– Na alface o produto deve ser aplicado no solo e não sobre a planta.
DEFENSIVO DE ANGICO PRETO
INGREDIENTES: angico – 1 kg folhas de angico preto
Água – 10 litros
Macerar as folhas do angico e misturar a água, deixar curtir por 10 dias, completado esse período, coar e engarrafar para guardar, em local escuro de preferência enrolar com um pano.
RECEITA 1: controle de lagartas, vaquinhas e besouros.
Diluir 1 litro do produto para cada 10 litros de água. E pulverizar as plantas.
RECEITA 2: controle de formigas e cupins.
Coloca-se puro, com regador ou pulverizador.
DEFENSIVO DE ALHO
RECEITA 1: controle de pulgões, cochonilhas e ácaros.
Alho – 200 g
Água – 20 litros
Esmagar o alho e adicionar a água, coar e usar.
RECEITA 2: controle de fungos, bactérias, míldio e ferrugem.
Alho – 1 kgÁgua – 5 litros
Sabão – 100 g
Óleo mineral – 20 colheres de sopa
Os dentes de alho devem ser moídos e deixados repousar por 24 h, em 20 colheres de sopa de óleo mineral. Em outro vasilhame, dissolve-se 100 g de sabão de coco (picado) em 5 litros de água, de preferência quente. Após a dissolução do sabão, mistura-se a solução de alho. Antes de usar, é aconselhável filtrar e diluir a mistura em 15 litros de água. As concentrações variam de acordo com o tipo de pragas que se quer combater.
Obs.: – Quando pulverizado sobre as plantas depois de 36 h não deixa cheiro nos produtos agrícolas.
DEFENSIVO DE NIM
INDICAÇÕES: mosca branca, pulgões, lagartas, cochonilhas, ácaros, besouros, gafanhotos, nematóides, fungos, trips.
RECEITA 1: Sementes secas e moídas – 200 g
Água – 200 ml
Sabão de coco – 5 g (1 colher de sopa)
Colocar as sementes moídas em um saco de pano, amarrar e colocar na água. Depois de 12 h espremer e dissolver o sabão neste extrato. Misturar bem e acrescentar água para obter 20 litros do preparo. Aplicar sobre as plantas infestadas, imediatamente após o preparo.
RECEITA 2: Folhas verdes ou frutos inteiros – 2 kg
Água – 15 litros
Bater no liquidificador as folhas ou frutos do Nim com um pouco de água. Deixar descansando por uma noite com um pouco mais de água. Antes de aplicar, filtrar e diluir com água para obter 15 litros do preparado. Pode ser armazenado em frasco em local escuro por 3 dias.
RECEITA 3: Folhas verdes – 250 g
Água – 2 litros
Pilar bem as folhas verdes. Adicionar 2 litros de água. Deixar em repouso num local escuro por 12 h. Coar, diluir em 19 litros de água e usar. Pode ser armazenado em frasco em local escuro por 3 dias.
RECEITA 4: Óleo de Nim – 0,5% (100 ml em 20 litros de água)
Pulverizar sobre a folhagem e frutos.
DEFENSIVO DE SAL E VINAGRE
INDICAÇÕES: combate pulgões, lagartas do repolho, lesma, caramujos e mosca branca.
INGREDIENTES: sal – 100 g
Vinagre – 380 ml
Água – 19 litros
Sabão de coco – 100 g
Misturar todos os ingredientes e pulverizar as plantas atacadas.
DEFENSIVO DE CRAVO DE DEFUNTO (Tagetes sp)
RECEITA 1: controlar os nematóides (vermes do solo), nas plantas de horta e como repelente de insetos.
INGREDIENTES: ramos e folhas – 100 g
Álcool – 1 litros
Plantar em forma de bordadura ao redor da horta. Esta prática usada durante 3 a 4 meses reduz 90% da infestação de nematóides.
Pegar 100 g de ramos e folhas, picar bem miudinho. Deixar repousar em 1 litro de álcool por 24 horas. Aplicação: Antes de aplicar, filtrar. Pulverizar sobre os insetos usando 1 litro desse defensivo em 10 litro da água.
RECEITA 2: combate a pulgões, ácaros e algumas lagartas.
INGREDIENTES: talo e folhas – 1 kg
Água – 10 litros
Misturar 1 kg de folhas e/ ou talo de cravo de defunto. Levar ao fogo e deixar ferver durante meia hora ou então deixar de molho (picado) por dois dias. Aplicação: coar o caldo obtido e pulverizar as plantas atacadas.
RECEITA 3: repelente de insetos e nematóides
folhas e talos de cravo de defunto – 200 g
Álcool – 1 litro
Macerar e misturar as folhas e talos com álcool por 12 h. Diluir este preparo em 19 litros de água. Coar e pulverizar o preparo sobre as plantas.
DEFENSIVO DE PIMENTA VERMELHA (MALAGUETA)
INDICAÇÕES: pode ser empregada como um defensivo natural em pequenas hortas e pomares. Tem boa eficiência quando concentrada e misturada com outros defensivos naturais, no combate a pulgões, vaquinhas, grilos e lagartas. Obedecer a um período de carência mínima de 12 dias da colheita, para evitar obter frutos com fortes odores.
RECEITA 1: fumo de corda picado – 50 g
Pimenta vermelha (malagueta) – um punhado
Álcool – 1 litro
Sabão em pó – 250 g
Dentro de 1 litro de álcool, coloque o fumo e a pimenta, deixando essa mistura curtir durante 7 dias. Para usar essa solução, dilua o conteúdo em 10 litros de água contendo 250 g de sabão em pó dissolva ou então, detergente, de modo que o defensivo grude nas folhas e nos frutos.
RECEITA 2: pimenta vermelha (malagueta) – 1,250 g
Água – 500 ml
Sabão de coco ou em pó – 12 colheres (sopa)
Bater as pimentas em um liquidificador com 500 ml de água até a maceração total. Coar o preparado e misturar com 12 colheres (sopa) de sabão de coco ou em pó, acrescentar então os 10 litros de água, pulverizar sobre as plantas.
Obs.: No caso de hortaliças e plantas medicinais, aconselha-se respeitar um intervalo mínimo de 12 dias antes da colheita.
DEFENSIVO DE PIMENTA-DO-REINO
FUNÇÕES: combate de pulgões, ácaros e cochonilhas.
INGREDIENTES: pimenta-do-reino (moída) – 100 g
Sabão de coco – 60 g
Álcool – 1 litro
Água – 1 litro
Deixar a pimenta-do-reino no álcool durante 7 dias. Dissolver o sabão na água fervente. Retirar do fogo e juntar as duas misturas. Utilizar um copo cheio para cada 10 litros de água, fazendo 3 pulverizações, com intervalo de 3 dias entre elas.
DEFENSIVO DE PRIMAVERA, MARAVILHA OU BULGAVILLE.
FUNÇÕES: vírus do tomateiro (vira-cabeça), viroses do feijoeiro.
INGREDIENTES:
Folhas de primavera (rosa ou roxa) – 1 litro
Água – 1 litro
Juntar as folhas com a água e bater no liquidificador. Coar em pano fino e diluir em 19 litros de água. Pulverizar imediatamente em horas frescas do dia. Não pode ser armazenado. Aplicar 2 vezes por semana a partir de 10 dias de germinação até o início da frutificação.
DEFENSIVO DE TIMBÓ
FUNÇÕES: combate pulgões, certas lagartas, trips (raspador) e alguns ácaros.
RECEITA 1: raízes de timbó com diâmetro de 1 cm – 100 g
Água- 10 litros
Sabão de coco – 50 g
Misturar as raízes de timbó, lavadas em pedaços ou transformadas em pó, com a água e o sabão e deixar descansar por 24 h, filtrar e pulverizar sobre as plantas.
RECEITA 2: raízes de timbó – 500 g
Acetona ou álcool – 2 copos e meio
Pegar as 500 g de raízes de timbó, picar em pedaços finos e deixar secar a sombra por 3 a 4 dias. Depois de secas pegar estes pedacinhos e triturar (pode ser usado forrageiro) de forma que fique semelhante à serragem, colocar num vidro com tampa e acrescentar os 2 copos e meio de acetona ou álcool (etanol). Tampar bem e deixar descansar por 24 h. Aplicação: antes de usar, filtrar o produto com um pano fino. Usar 100 ml de produto para 10 litros de água e pulverizar sobre as plantas.
RECEITA 3: macerar as raízes em água, o que resulta em líquido leitoso, que é pulverizado sobre as plantas. Aplicação: 200 ml do líquido para 19 litros de água.
DEFENSIVO DE LEITE
FUNÇÕES: controle de ácaros, doenças fúngicas e viróticas.
IGREDIENTES:
Leite – 1 litro
Bicarbonato de sódio – 100 g
Água – 20 litros
Misturar o leite com a água e pulverizar sobre as plantas. Repetir depois de 10 dias. Pode ser utilizado para atrair lesma. Distribuir no chão, ao redor das plantas, estopa ou saco de pano molhado com água e um pouco de leite. De manhã, virar a estopa ou saco e matar as que se reunirem embaixo.
DEFENSIVO DE CAVALINHA (Equisitum sp) E CAMOMILA
FUNÇÃO: como fortificante, ajudar controlar doenças nas folhas do tomateiro.
INGREDIENTES: cavalinha (seca) – 300 g
Camomila – 100 g
Água – 11 litros
1º) colocar de molho em 1 litro de água, por 2 dias, as flores de camomila.
2º) ferver a cavalinha nos 10 litros de água, durante 20 minutos. Deixar amornar, com a vasilha tampada.
3º) colocar no chá de cavalinha água de camomila, que deve ter sido preparada 2 dias antes.
Para cada 20 litros de água, usar 1 litro de preparo e pulverizar as plantas.
Obs.: outra forma de usar a camomila é a seguinte: deixa-la de molho em água por 2 dias, misturar água e pulverizar sobre as plantas.
DEFENSIVO DE CEBOLA (Allium cepa) E ALHO (Allium salivumI)
FUNÇÃO: controlar pulgões em cebola, beterraba e feijão.
INGREDIENTES: cebolas – 3 médias
Alho – 3 dentes
Água – 10 litros
Moer ou triturar a cebola e o alho, misturar bem em 5 litros de água, espremer bem para sair todo suco, coar e misturar ao restante da água. Aplicação: coar e pulverizar sobre as plantas 1 vez por semana.
DEFENSIVO DE EXTRATO DE PIMENTA DO REINO COM ALHO E SABÃO
FUNÇÃO: controlar pragas das solanáceas (batata inglesa, berinjela, pimentão, tomate), mas também pragas de flores, hortaliças, frutíferas, grãos e cereais.
INGREDIENTES: pimenta do reino (moída) – 100 g
Álcool – 2 litros
Alho – 100 g
Sabão de coco – 50 g
Pegar as 100 g de pimenta, juntar a 1 litro de álcool em vidro ou garrafa, com tampa. Deixar em repouso por uma semana. Triturar as 100 g de alho e juntar a 1 litro de álcool em vidro ou garrafa, com tampa. Deixar em repouso por uma semana. Aplicação: na hora de usar, dissolver as 50 g de sabão em 1 litro de água quente, pegar um copo de extrato de alho, misturar bem e colocar no pulverizador com 10 litros de água. Agitar bem a mistura e completar com o restante de água, ou seja, até completar 20 litros.
Obs.: dar carência (intervalo) de 5 dias entre a pulverização e a colheita. Pulverizar nas horas mais frescas do dia e usando roupas de proteção.
DEFENSIVO DE EXTRATO DE PIMENTA DO REINO, PIMENTA MALAGUETA, PIMENTA CUMARI E ALHO.
FUNÇÃO: combate pulgão, vaquinha e bicho minador.
INGREDIENTES: pinga – 2 litros
Alho – 200 g
Pimenta do reino – 50 g
Pimenta malagueta – 50 g
Pimenta cumari – 50 g
O alho é amassado e vai para o galão com casca e tudo. A pimenta malagueta é cortada, a cumari, amassada e a pimenta-do-reino, moída. A pinga vai logo depois, colocando em poucas proporções e sempre chacoalhando toda a mistura, terminado os 2 litros de pinga, a calda vai ficar 20 dias no mínimo. Quanto mais tempo ficar melhor. Aplicação: da solução, vão 20 g de açúcar mascavo, o que corresponde a uma colher de sopa bem cheia. 10 litros de água, 50 ml da calda, o que dá 3 colheres de sopa e meia do produto, e 35 ml, ou 2 colheres de sopa e meia, de vinagre.
EXTRATO DE CONFREI (Symphytum officinalis)
FUNÇÃO: controlar clorose foliar (amarelecimento) e murcha, em brotação de plantas de vaso. Repor fósforo e promove o crescimento.
INGREDIENTES: planta verde sem raízes – 2 kg ou seca – 150 g
Água – 2 litros
Picar bem a planta e sobre ela colocar água fervendo e tampar. Deixar ate amornar. Aplicação: para cada 19 litros de água usar 1 litro de extrato. Pulverizar toda a planta, de preferência antes da brotação.
Obs. Tomar o cuidado de umedecer bem o solo na região das raízes.
DEFENSIVO DE MACELA (Achyzoclyne satureioides)
FUNÇÃO: controlar pulgões.
INGREDIENTES: macela – um punhado de flores
Água – 2 litros
Ferver 2 litros de água, derramar sobre a macela. Deixar amornar e coar. Aplicação: esta quantidade serve para preparar 10 litros de defensivo, que deve ser pulverizado sobre as plantas.
DEFENSIVO DE ARRUDA (Ruta graveolens)
FUNÇÃO: repelir diversos tipos de insetos e formigas.
INGREDIENTES: folhas – 100 g
Água – 1 litro
Picar as folhas, colocar na água, aguardar 24 h. Depois de pronto coar e misturar a 19 litros de água. Pulverizar sobre as plantas, e nos locais aonde aparecem às formigas.
DEFENSIVO DE ENXOFRE
FUNÇÃO: controle de doenças como o oídio em parreiras de uva, pepino e melancia; controle de pragas como cochonilhas, ácaros, carunchos e gorgulhos (furão);
RECEITA 1: Para pulverização de plantas
INGREDIENTES: enxofre ventilado ou puro – 100 g
Água – 20 litros
Óleo mineral – 20 ml (1%)
Umedecer aos poucos o enxofre até formar uma pasta; depois, acrescentar o restante da água e misturar bem. Após de bem misturado, coloque o óleo mineral, misturando mais uma vez. A solução deve ficar bem misturada. Aplicação: pulverizar as plantas, evitando usar na época de florescimento.
RECEITA 2: Para usar em galpões e barracões contra carunchos e gorgulhos (furão) que atacam os grãos armazenados
INGREDIENTES: enxofre puro – 10 g
Álcool – 25 ml
Misture o enxofre e o álcool. Aplicação: colocar a mistura de enxofre e álcool em uma vasilha (bacia de alumínio) levá-la ao barracão onde estão armazenados os grãos a serem tratados. O barracão deve estar bem vedado para que os gases não escapem. Isto feito por mais três dias e depois abrir para ventilar.
Esta receita serve para fumigar aproximadamente 850 kg de grãos.
ISCAS DE CABAÇAS VERDES
FUNÇÃO: atrair as vaquinhas e evitar o infestamento da lavoura.
Cortar as cabaças ao meio da lavoura. E importante proteger as cabaças do sol e da chuva, para durarem mais. Pedaços de latas ou garrafas plásticas, sem o fundo, podem ser usadas para esta proteção. Aplicação: colocar de 2 a 4 estacas a cada 10 metros quadrados ( 10 metros x 1 metro ou 5 metros x 2 metros), trocar as iscas a cada 7 a 15 dias conforme as condições do tempo e das iscas. Todos os dias: verificar as iscas e esmagar as vaquinhas presentes nelas.
ISCAS PARA MOSCA-DAS-FRUTAS
FUNÇÃO: atrair as moscas e evitar que coloquem ovos, diminuindo, assim o nível de infestação de brocas nas frutas.
INGREDIENTES: vinagre – 1 colher pequena
Açúcar mascavo, mel ou suco de frutas – 700 g.
Água – 10 litros
Misturar os ingredientes. Em uma garrafa plástica fazer 4 furos (um de cada lado) de 2 cm cada na parte mais alta da mesma. Enchê-la até o meio com a mistura. Aplicação: pendurar os frascos nas árvores a mais ou menos 1 metro e meio de altura, sempre do lado que o sol nasce. Distribuir os frascos pelo pomar mais ou menos 2 frascos por planta. Trocar duas vezes por semana.
Fonte: [ CERAC ]
Receita de calda de fumo caseira
Fórmula é indicada para uso em pequenas áreas para controle de pulgões
Ingredientes:
250 g de fumo de corda
100 ml de álcool hidratado (comum)
1 litro de água fervente
Modo de preparo:
Pique o fumo de corda e coloque-o numa vasilha com tampa. Acrescente a água fervente e tampe, deixando a mistura em repouso por 24 horas. Depois disso, agite o conteúdo e filtre-o em pano fino espremendo bem para retirar o máximo de extrato. Acrescente o álcool, que servirá de conservante para a solução. Guarde-a em um frasco escuro. Para o tratamento das plantas infestadas, dilua 100 ml da solução de fumo em 1 litro de água. Acrescente dez gotas de detergente caseiro (para quebrar a tensão superficial da água) e pulverize sobre as plantas. Repita a aplicação quando necessário.
O NPK é aplicado nas plantas, este adubo eu uso 4 colheres de sopa por metro quadrado, afofe a terra aplique espalhando bem depois faça com que ele fique bem integrado a terra revirando bastante, não esqueça de renovar a aplicação a cada dois meses, também pode ser colocado em vasos dai a medida indicada é duas colheres de sopa por 10 quilos de terra coloque longe do pé das plantas pois do contrario queimara ela uns 20 centímetros já ta bom